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Rocha Andrade teve "atitude ingénua", diz Paulo Ralha

Rocha Andrade teve "atitude ingénua", diz Paulo Ralha

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos considera que a decisão do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de aceitar o convite da Galp para ir ao Euro 2016 foi ingénua, mas não há motivo para demissão. Contudo, Paulo Ralha ressalva que o código aplicado aos trabalhadores da autoridade aduaneira deve ser aplicado no futuro a todos os detentores de cargos públicos e políticos.

  • Primeiro-ministro não vê razões para demitir Rocha Andrade
    2:32

    Caso das Viagens

    O primeiro-ministro não vê razões para demitir Rocha Andrade, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais que viajou a convite da Galp para assistir a dois jogos de Portugal no Euro 2016. Rocha Andrade diz que não existe conflito de interesses, pelo facto da petrolífera manter uma guerra jurídica com o Estado. Já a oposição e os partidos que apoiam o Governo pedem consequências políticas.

  • "Acho muito difícil o secretário de Estado continuar em funções"
    7:57

    Opinião

    José Gomes Ferreira considera que Rocha Andrade está numa posição fragilizada e insustentável e que deveria ter feito um pedido de desculpas, por ter aceitado uma viagem paga pela Galp a França, durante o Euro 2016. Tanto o governante como a empresa poderão ter incorrido num crime. José Gomes Ferreira lembra ainda que o secretário de Estado é o representante do Estado num processo contra a própria Galp.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

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    País

    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

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