sicnot

Perfil

Economia

Alemanha aceita plano da Volkswagen para reparar modelos Polo e Seat Ibiza

O grupo Volkswagen anunciou este domingo que o Departamento Federal de Veículos a Motor alemão (KBA) autorizou a solução técnica para resolver o problema da manipulação das emissões dos modelos Polo e Seat Ibiza de 1,2 litros a diesel.

"A empresa alemã, o maior fabricante de veículos da Europa, vai analisar cerca de 460.000 veículos na Alemanha que estão equipados com um dispositivo que permite manipular as emissões poluentes, para que estes sejam reparados e cumpram todos os requisitos legais", refere em comunicado.

A reparação dos modelos e marcas que tinham instalado o dispositivo tecnológico que permitia manipular as emissões, e que totalizam 9,5 milhões em todo o mundo, deveria ter-se iniciado a 30 de maio.

Como não foi possível pôr em marcha o processo de reparação dos veículos, esta situação levou a que surgissem dúvidas sobre a intensão do fabricante automóvel de reparar todos os veículos afetados na Alemanha em 2016.

A Volkswagen tem levado tempo para resolver a crise que foi conhecida em setembro de 2015, quando as autoridades ambientais dos Estados Unidos denunciaram que muitos veículos do grupo, movidos a diesel, tinham um dispositivo tecnológico que manipulava as emissões de gases poluentes.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • A Minha Outra Pátria
    29:53
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.