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PS pede ajuda a dirigentes para pagar água e luz

PS pede ajuda a dirigentes para pagar água e luz

Os Partido Socialista está em falência e com um passivo de 21 milhões de euros. Numa altura em que há iniciativas a serem canceladas por falta de verbas, o partido está a agora a pedir aos dirigentes de todo o país que paguem, em lugar das contribuições, as despesas de água e luz do próprio bolso.

  • PS pede aos coordenadores locais que assumam o pagamento de despesas

    País

    A notícia faz capa no Jornal de Notícias de hoje, que diz que o partido atravessa várias dificuldades financeiras com um passivo de 21 milhões de euros e que está a deixar as concelhias e as federações do partido em guerra. De acordo com o JN, as distritais de Coimbra, Setúbal e Porto e as concelhias de Montemor-o-novo, Miranda do Corvo, Tábua e Oliveira do Hospital são as que reúnem maiores dificuldades.

  • Gastos dos partidos na campanha para as legislativas

    Economia

    Durante a campanha das legislativas do ano passado, o PS pagou 751 mil euros a um militante e ex-funcionário do partido pela organização de cerca de 20 comícios. Já a coligação Portugal à Frente pagou quase meio milhão de euros ao publicitário da campanha.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.