sicnot

Perfil

Economia

Bolsa de Lisboa segue no vermelho com ações do BPI suspensas

© Lucas Jackson / Reuters

A bolsa de Lisboa segue a negociar em terreno negativo, contrariando a tendência de abertura da sessão, com os títulos do BPI suspensos, em dia de assembleia-geral de acionistas.

Pelas 09:30, o índice PSI20 recuava 0,12%, para os 4.773,46 pontos, com oito cotadas em queda, seis a subir, três inalteradas e com as ações do BPI suspensas.

Antes da abertura dos mercados, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) anunciou a suspensão da negociação das ações do BPI até à divulgação de informação relevante sobre o banco.

Esta suspensão acontece no dia em que os acionistas do BPI voltam a reunir-se em assembleia-geral para discutir o fim da limitação de votos, quando decorre uma batalha judicial e as notícias indicam que a OPA do Caixabank poderá não avançar.

A reunião magna está marcada para as 10:00 (hora de Lisboa), na Fundação de Serralves, no Porto, depois de a anterior reunião, de 22 de julho, ter sido suspensa por 45 dias.

As ações do BPI fecharam na segunda-feira a cair 3,04% para 1,09 euros.

A liderar as perdas da sessão, por esta hora, estão os títulos da NOS e da Caixa Económica Montepio Geral que recuam ambos 1,08% para 6,14 euros e 0,46 euros, respetivamente.

No setor da energia, a EDP recua 0,91% para 3,05 euros, a EDP Renováveis cai 0,76% para 7,16 euros, ao contrário da Galp, que avança 0,68% para 13,24 euros, e da REN, que sobe 0,11% para 2,65 euros.

Já a liderar os ganhos, destaque para as ações da Pharol, que valorizam 6,70% para 0,23 euros. A Corticeira Amorim sobe 2,61% para 8,40 euros. O BCP segue a apreciar 0,54% para 0,01 euros.

A maioria das bolsas europeias seguem hoje a negociar em terreno positivo, à exceção de Londres e de Lisboa, que seguem no vermelho.

Lusa

  • Sporting de Braga eliminado da Liga Europa
    2:01
  • Dissolução da União Soviética aconteceu há 25 anos

    Mundo

    Assinalaram-se esta quinta-feira 25 anos desde o fim do acordo que sustentava a União Soviética. A crise começou em 80, mas aprofundou-se nos anos 90 com a ascensão de movimentos nacionalistas em praticamente todas as repúblicas soviéticas.