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PCP defende que novo imposto imobiliário permite tributação mais justa

PCP defende que novo imposto imobiliário permite tributação mais justa

O PCP diz que o imposto se deve concretizar nas duas vertentes: imobiliário e mobiliário. Paulo Sá diz que a medida vai permitir uma tributação mais justa e não poupou o anterior governo que acusou de ter optado por elevar a carga fiscal por via dos rendimentos ao invés de ter taxado o património.

  • "O que estamos a ver é um grande assalto fiscal"
    0:37

    Economia

    A líder do CDS-PP diz que estranha que o imposto imobiliário não tenha sido anunciado pelo Governo e sim pelo Bloco de Esquerda, quando ainda na quarta-feira o ministro das Finanças esteve no parlamento. Cristas diz ainda que o novo imposto confirma, uma vez mais, o falhanço da política económica do Governo.

  • PS garante proteção da classe média e do negócio de arrendamento
    0:57

    Economia

    Eurico Brilhante Dias garantiu que este novo imposto vai permitir que os contribuintes com o mesmo património sejam tributados da mesma forma ao contrário do que acontecia no passado. O deputado do PS afirmou também que outras questões centrais são proteger a classe média, as atividades económicas e o negócio de arrendamento.

  • BE garante que novo imposto imobiliário não afeta classe média
    0:49

    Economia

    Mariana Mortágua deixa claro que a classe média não será visada neste novo imposto destinado às fortunas patrimoniais imobiliárias. A garantia sobre a nova taxa progressiva que será incorporada no Orçamento de 2017, acordada entre o PS e o Bloco de Esquerda, foi dada pela deputada bloquista, no parlamento.

  • O que já se sabe do novo imposto

    Economia

    Vem aí um novo imposto sobre o património imobiliário, que vai ser aplicado além do IMI. Destina-se a casas de valor superior a 500 mil euros. O PS e o Bloco de Esquerda já adiantaram alguns pormenores.

  • Governo garante que Portugal não desperdiçou nenhum fundo de ajuda alimentar
    1:18

    País

    O ministro da Solidariedade e Segurança Social garante que Portugal não desperdiçou nenhum fundo europeu de ajuda alimentar. Vieira da Silva respondeu, esta manhã, à notícia avançada pelo Jornal de Notícias que dava conta de que, este ano, o país teria desperdiçado 28 milhões de euros de um fundo europeu porque o programa ainda não está operacional.