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Bruxelas avisa que riscos de financiamento podem aumentar no médio prazo

A Comissão Europeia avisou esta segunda-feira que os riscos de financiamento de Portugal podem aumentar no médio prazo, devido à volatilidade do mercado, que está atento às contas públicas e à economia portuguesas, bem como a 'almofadas' financeiras cada vez menores.

"Os riscos para o financiamento e a capacidade de pagar são geríveis no curto prazo, mas as condições de mercado mais voláteis que se verificaram recentemente demonstraram a posição vulnerável de Portugal num cenário mais adverso", afirma Bruxelas.

Num relatório divulgado esta segunda-feira, sobre a quarta missão de monitorização pós-programa a Portugal, que decorreu no final de junho, a Comissão afirma que as operações de refinanciamento de Portugal "continuam altamente vulneráveis ao sentimento do mercado, que pode ser revertido no caso de atrasos na consolidação orçamental, nas reformas estruturais ou na reversão de medidas políticas".

Bruxelas admite ainda que, "à medida que as almofadas financeiras diminuem e que as taxas de juro permanecem voláteis, os riscos para o financiamento podem aumentar no médio prazo".

A Comissão lembra que a 'almofada financeira' deste ano, de cerca de 6.500 milhões de euros (o relatório assume dados disponíveis até meados de julho), está "em linha com os valores de 2015", mas que está "muito abaixo" do valor do fim do programa de assistência, admitindo que esses valores "diminuam para cerca de 4.500 milhões de euros em 2019".

Sobre a capacidade de o país conseguir pagar os seus empréstimos, Bruxelas afirma que, "em última análise", ela depende de o Governo "cumprir os seus compromissos e de tomar todas as medidas necessárias para resolver quaisquer problemas da banca".

Na análise à sustentabilidade da dívida portuguesa, Bruxelas prevê uma descida "moderada no curto e médio prazo", mas avisa que continuará "num nível elevado e vulnerável a choques macroeconómicos e do mercado financeiro".

Por outro lado, "uma trajetória sólida de redução do rácio da dívida face ao PIB pode ser alcançada através da manutenção da disciplina orçamental no médio e longo prazo", afirma.

"Além disso, um caminho sólido de redução articula-se com um crescimento económico sustentado a médio e longo prazo, o que demonstra a necessidade de continuar com a implementação de reformas estruturais", defende.

Lusa

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