sicnot

Perfil

Economia

Air Berlim reduz frota e despede 1.200 trabalhadores

© Fabrizio Bensch / Reuters

A segunda maior operadora aérea alemã, a Air Berlim, anunciou na quarta-feira um significativo plano de reestruturação que vai reduzir a sua frota e provocar o despedimento de 1.200 pessoas.

Em comunicado, a empresa, que tem acumulado prejuízos, revelou que pretende "concentrar as suas operações principais, enquanto transportadora focada e consagrada a servir mercados de valor elevado, nas duas plataformas essenciais de Berlim e Dusseldorf".

A Air Berlin esclareceu que vai alugar até 40 aviões Airbus 320 à sua rival e maior transportadora aérea alemã, Lufthansa.

"Vão ser precisas menos pessoas. Até 1.200 empregos vão ficar redundantes", especificou a empresa, em comunicado.

A transportadora adiantou que vai ficar a operar uma frota de 75 aviões, a partir de Berlim e Dusseldorf, a partir de meados de 2017. Em junho, a frota era de 144 aparelhos.

Outra novidade é a autonomização do seu negócio turístico, passando-a para uma unidade de negócios independente, enquanto "avalia as opções estratégicas".

Em 2015, a empresa perdeu uma perda recorde de 447 milhões de euros.

A companhia deve a sua sobrevivência a injeções financeiras regulares da Etihad, uma das transportadoras do Golfo Pérsico, que têm tido um crescimento forte, que possui 29,1% do capital.

Lusa

  • A casa dos horrores
    7:57
  • PGR e presidente do Supremo deixam recado à ministra da Justiça
    2:45

    País

    Durante a abertura do ano judicial, a Procuradora-Geral da República e o presidente do Supremo Tribunal aproveitaram para deixar um recado à ministra da Justiça: é urgente aprovar o novo estatuto de juízes e magistrados. O presidente do Supremo diz que é injusta a má imagem da Justiça e pediu contenção aos magistrados.

  • Rui Rio tem sentido "alguma turbulência" no PSD
    2:01

    País

    Rui Rio e Pedro Passos Coelho tiveram esta quinta-feira a primeira reunião, desde que foi eleito o novo líder do PSD. À saída, Passos Coelho desejou que esta transição decorra com naturalidade. Já Rui Rio disse que tem sentido alguma turbulência no partido.

  • Sindicatos rejeitam fim das baixas médicas até três dias
    2:02

    País

    A CGTP quer levar o tema das baixas médicas à Concertação Social, já a UGT diz que há outras matérias prioritárias. Ainda assim as duas centrais sindicais lembram que a não justificação de faltas pode dar origem a um despedimento por justa causa. Esta quinta-feira o bastonário da Ordem dos Médicos propôs ao Governo que acabe com as baixas de curta duração, até três dias.

  • Papa interrompe percurso no Chile para ajudar polícia
    0:21
  • "Mundo à Vista" no Gana
    7:38