sicnot

Perfil

Economia

Concursos de obras públicas sobem 24% até agosto mas contratos celebrados caem 10%

Os concursos de obras públicas promovidos até agosto aumentaram 24% para 1.030 milhões de euros, face ao mesmo período de 2015, mas os contratos celebrados recuaram 10% para 400 milhões de euros, divulgou esta segunda-feira a AICCOPN.

Segundo nota a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) na edição de agosto do seu Barómetro das Obras Públicas, o valor dos contratos resultantes de concursos públicos celebrados nos primeiros oito meses do ano "é 2,6 vezes menor que o volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovido desde o início do ano, ou seja, por cada 100 euros de concursos de obras públicas promovidos apenas se celebram contratos no valor de 39 euros".

Considerando apenas o mês de agosto foram publicados em Diário da República anúncios de abertura de concursos de empreitadas de obras públicas no valor de 165 milhões de euros, mais 29 milhões de euros do que o verificado em julho.

De acordo com a associação, os contratos celebrados em resultado de ajustes diretos somaram 313 milhões de euros nos primeiros oito meses do ano, o que representa uma variação positiva de 10% face ao período homólogo de 2015 e responde por "41% de toda a contratação de obras públicas celebrada e registada".

No seu conjunto, os contratos celebrados e reportados até final de agosto totalizam 759 milhões de euros, menos 5% do que no mesmo período do ano anterior.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.