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Perdão fiscal não abrange os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado

Perdão fiscal não abrange os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado

O Ministério das Finanças garante que o perdão fiscal exclui os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado. Este dinheiro faz parte de uma contribuição extraordinária que a empresa nunca pagou, mas que fica fora deste plano. O esclarecimento surgiu depois da polémica gerada pelas explicações do secretário de Estado Rocha Andrade no Parlamento. O PCP, BE e PEV queriam que os grandes grupos económicos fossem excluídos.

  • O que dizem os partidos sobre as facilidades fiscais
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    O PS insiste que não há perdão fiscal e que a Galp será tratada como qualquer outro contribuinte. Os partidos mais à esquerda esperam que pequenos e grandes contribuintes tenham um tratamento diferente. Já o CDS quer mais esclarecimentos sobre a situação da Galp.

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    O Governo recusa a ideia de que está a avançar com um perdão fiscal e garante que é apenas um incentivo às famílias e às empresas para que possam saldar as dívidas ao fisco e à segurança social. De fora ficam as empresas como a Galp, que devem ao Estado contribuições extraordinárias.

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  • Costa garante que quem deve vai ter que pagar
    3:00

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  • "Os governos são diferentes mas o povo é o mesmo"
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    O Presidente da República atribui o resultado do défice do ano passado ao espírito de sacrifício do povo português. Num jantar em Coimbra para assinalar o Dia do Estudante, Marcelo Rebelo de Sousa considerou ainda que o valor do défice de 2016 é a prova de que com governos diferentes conseguem-se os mesmos objetivos.

  • Recuo na saúde é primeira derrota de peso para Donald Trump
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    O Presidente norte-americano sofreu esta sexta-feira uma derrota de peso. O líder da Câmara dos Representantes retirou a proposta do plano de saúde de Trump, que se preparava para um chumbo na câmara baixa do Congresso. Para já, mantém-se o Obamacare.

  • Pai do piloto da Germanwings defende inocência do filho

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    O pai de Andreas Lubitz declarou esta sexta-feira que o filho não é o responsável pelo embate do avião da Germanwings contra um local montanhoso, que fez 150 mortos. O Ministério Público alemão concluiu em janeiro que o incidente em 2015 foi apenas da responsabilidade do piloto.