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Centeno espera arrecadar 100 milhões por ano com novo perdão fiscal

Centeno espera arrecadar 100 milhões por ano com novo perdão fiscal

A polémica sobre o novo regime para pagar dívidas ao fisco e à segurança social continua. A ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, diz que o perdão fiscal serve claramente para encaixar receita e reduzir o défice. Esta sexta-feira, Mário Centeno revelou que o plano do Governo vai render 100 milhões de euros por ano aos cofres públicos.

  • Costa garante que quem deve vai ter que pagar
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    Economia

    O primeiro-ministro garante que não vai haver qualquer perdão de dívidas ao fisco e à Segurança Social. António Costa diz que se trata apenas de um incentivo e assegura que "quem deve, vai ter de pagar". O PSD acusa o Governo de pôr em prática um programa que criticou quando foi aplicado pelo Executivo anterior e insiste que o único objetivo é encaixar receita para conseguir cumprir o défice.

  • Perdão fiscal não abrange os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado
    2:30

    Economia

    O Ministério das Finanças garante que o perdão fiscal exclui os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado. Este dinheiro faz parte de uma contribuição extraordinária que a empresa nunca pagou, mas que fica fora deste plano. O esclarecimento surgiu depois da polémica gerada pelas explicações do secretário de Estado Rocha Andrade no Parlamento. O PCP, BE e PEV queriam que os grandes grupos económicos fossem excluídos.

  • Portugal vai voltar a poder levantar a voz em Bruxelas
    1:40

    Economia

    Carlos Moedas diz que Portugal vai voltar a poder levantar a voz em Bruxelas a propósito da saída do procedimento por défice excessivo. Em entrevista ao Diário de Notícias e à TSF, o comissário europeu levanta dúvidas sobre a renegociação da dívida e garante que a escolha de Mário Centeno para a liderança do Eurogrupo vai depender do entendimento dos países do euro.

  • "É evidente que não fecho a porta ao Eurogrupo"
    1:38

    Economia

    O ministro das Finanças diz que não fecha a porta ao Eurogrupo. A declaração é feita numa entrevista ao semanário Expresso. No entanto, Mário Centeno deixa a ressalva que qualquer ministro das Finanças do Eurogrupo pode ser presidente.

  • Trump adia decisão sobre permanência nos acordos de Paris
    1:48