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Centeno espera arrecadar 100 milhões por ano com novo perdão fiscal

Centeno espera arrecadar 100 milhões por ano com novo perdão fiscal

A polémica sobre o novo regime para pagar dívidas ao fisco e à segurança social continua. A ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, diz que o perdão fiscal serve claramente para encaixar receita e reduzir o défice. Esta sexta-feira, Mário Centeno revelou que o plano do Governo vai render 100 milhões de euros por ano aos cofres públicos.

  • Costa garante que quem deve vai ter que pagar
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    O primeiro-ministro garante que não vai haver qualquer perdão de dívidas ao fisco e à Segurança Social. António Costa diz que se trata apenas de um incentivo e assegura que "quem deve, vai ter de pagar". O PSD acusa o Governo de pôr em prática um programa que criticou quando foi aplicado pelo Executivo anterior e insiste que o único objetivo é encaixar receita para conseguir cumprir o défice.

  • Perdão fiscal não abrange os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado
    2:30

    Economia

    O Ministério das Finanças garante que o perdão fiscal exclui os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado. Este dinheiro faz parte de uma contribuição extraordinária que a empresa nunca pagou, mas que fica fora deste plano. O esclarecimento surgiu depois da polémica gerada pelas explicações do secretário de Estado Rocha Andrade no Parlamento. O PCP, BE e PEV queriam que os grandes grupos económicos fossem excluídos.

  • Google Maps esconde mansão de Puigdemont na Bélgica

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    Depois de fugir de Espanha, Carles Puigdemont refugiou-se na Bélgica para evitar uma possível extradição. O refúgio que encontrou foi uma mansão no município de Waterloo, por 4.400 euros ao mês. Agora, a pedido do ex-presidente do Governo da Catalunha, essa mesma mansão foi "apagada" do Google Maps.

    SIC

  • 50 empresas estão a recrutar na Universidade Católica
    1:46

    Economia

    A Universidade Católica de Lisboa reuniu 50 empresas nacionais e internacionais numa feira de emprego esta terça-feira e amanhã. As empresas procuram novos candidatos para os lugares que têm disponíveis nos departamentos de Economia, Finanças e Gestão.