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Mariana Mortágua diz que perdão fiscal incentiva incumprimento

Mariana Mortágua diz que perdão fiscal incentiva incumprimento

Mariana Mortágua considera que qualquer programa de perdão fiscal leva as empresas a acreditar que não é preciso cumprir. Esta sexta-feira, no Esquerda-Direita, António Leitão Amaro disse que, em 2013, o programa do PSD nunca contemplou nenhuma amnistia de crimes fiscais.

  • Perdão fiscal não abrange os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado
    2:30

    Economia

    O Ministério das Finanças garante que o perdão fiscal exclui os 100 milhões de euros que a Galp deve ao Estado. Este dinheiro faz parte de uma contribuição extraordinária que a empresa nunca pagou, mas que fica fora deste plano. O esclarecimento surgiu depois da polémica gerada pelas explicações do secretário de Estado Rocha Andrade no Parlamento. O PCP, BE e PEV queriam que os grandes grupos económicos fossem excluídos.

  • Costa garante que quem deve vai ter que pagar
    3:00

    Economia

    O primeiro-ministro garante que não vai haver qualquer perdão de dívidas ao fisco e à Segurança Social. António Costa diz que se trata apenas de um incentivo e assegura que "quem deve, vai ter de pagar". O PSD acusa o Governo de pôr em prática um programa que criticou quando foi aplicado pelo Executivo anterior e insiste que o único objetivo é encaixar receita para conseguir cumprir o défice.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.