sicnot

Perfil

Economia

Este ano foram feitas 83 greves, 15 pelos enfermeiros

Os conflitos laborais levaram este ano à realização de 83 greves, a maioria das quais feitas pelos enfermeiros, que cumprem hoje a terceira paralisação nacional, depois de terem feito 13 greves regionais ou locais, desde maio.

A reivindicação de aumentos salariais e melhores condições de trabalho, a par da salvaguarda de direitos adquiridos ou do pagamento de salários em atraso, estão na origem de muitos dos protestos que levaram à paralisação de trabalhadores um pouco por todo o país, durante um dia ou mais, ou durante algumas horas dos respetivos turnos.

De acordo com dados facultados pela CGTP, contabilizados pela agência Lusa, que os cruzou com as suas notícias sobre greves desde o início do ano, o mês de agosto foi aquele em que se realizaram mais greves, num total de 13.

Seis destas greves foram feitas alternadamente por enfermeiros das zonas norte, centro e sul do país.

Sem contar com o mês de outubro, que ainda não chegou a meio, janeiro foi o mês com menor número de paralisações, um total de 5, entre as quais a única greve nacional da função pública deste ano, realizada a 29 de janeiro.

Em fevereiro realizaram-se 6 greves e em março o número de paralisações aumentou para 14, entre totais e parciais.

Em abril registaram-se 12 greves e em maio 13, entre as quais a primeira dos enfermeiros, da região norte, e uma dos carteiros de Famalicão.

Foram feitas 10 greves em junho e 12 em julho, entre as quais as greves nacionais dos enfermeiros de 14 de junho e de 28 e 29 de julho.

Em setembro o número de greves baixou para 6 e, destas, 5 foram feitas pelos enfermeiros de Barcelos, Braga e do Baixo Alentejo, Hospital de Almada e Hospital de S. João, no Porto.

Nos primeiros dias de outubro realizaram-se duas greves, dos enfermeiros de braga e dos Açores.

A greve de hoje não foi contabilizada.

A reposição das 35 horas de trabalho a todos os enfermeiros, assim como do valor do trabalho extraordinário e a necessidade de contratação de mais profissionais são os principais motivos na origem dos protestos dos enfermeiros.

A generalidade dos funcionários públicos recuperou o horário de trabalho de 35 horas semanais no dia 1 de julho, mas os enfermeiros com contrato individual de trabalho continuam a trabalhar 40 horas por semana.

Segundo informação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEF), que tem convocado as greves do setor, os 3.500 enfermeiros com vínculo de funcionário público voltaram às 35 horas em julho, enquanto os 9.000 que têm contrato individual de trabalho continuam obrigados a cumprir 40 horas.

Lusa

  • Enfermeiros em greve

    País

    Os serviços de enfermagem nas unidades de saúde estão reduzidos a serviços mínimos, hoje e amanhã. Os enfermeiros exigem a reposição das 35 horas semanais e o pagamento das horas extraordinárias.

  • A fábrica de caças na base aérea de Monte Real
    3:35
  • Comprar ou arrendar casa?
    8:25
  • Fui contactado por um espectador do “Contas-Poupança” (quartas-feiras, Jornal da Noite, SIC) e leitor do blogue www.contaspoupanca.pt, que foi surpreendido com uma carta do banco a aumentar o spread porque um dos serviços que tinha subscrito tinha sido extinguido. Neste caso específico, a domiciliação de ordenado. Ora, o cliente ficou estupefacto porque não mudou de empresa, não foi despedido nem tinha havido nenhuma alteração no recebimento do ordenado naquela conta.

    Pedro Andersson

  • NotPetya: Lourenço Medeiros explica o novo ciberataque global
    2:44

    Mundo

    A Ucrânia está a ser seriamente afetada por um novo ataque informático. Algumas empresas de grande dimensão estão a ser prejudicadas, agravando a dimensão global do ataque, o qual não parece ser dirigido a ninguém em concreto. Ontem, nas primeiras horas do ataque, não parava de crescer o número de vítimas.

  • Temer acusado de prejudicar Polícia Federal
    2:36
  • Violência volta às favelas do Rio de Janeiro
    3:21

    Mundo

    As favelas do Rio de Janeiro voltaram aos níveis de violência dos anos 90. A cidade de Deus foi uma das favelas pacificadas que voltou a registar tiroteios diariamente, os moradores falam de situações de trauma e do medo das crianças.

  • Trump interrompe telefonema para elogiar jornalista

    Mundo

    A jornalista irlandesa Caitriona Perry viu-se esta terça-feira envolvida num momento que a própria classificou de "bizarro": um encontro inesperado com Donald Trump, que interrompeu um telefonema com o primeiro-ministro irlandês para... a elogiar.

    SIC

  • Caricaturas de Trump invadem capital do Irão

    Mundo

    O Irão está a organizar um concurso internacional de caricaturas do Presidente norte-americano Donald Trump. Pelas ruas de Teerão já vão surgindo algumas imagens alusivas ao festival que vai realizar-se no próximo mês de julho.

  • Companhia aérea obriga deficiente físico a entrar no avião sem ajuda

    Mundo

    Um homem com uma deficiência física que o obriga a andar numa cadeira de rodas foi obrigado a subir sozinho as escadas de um avião da companhia aérea Vanilla Air. Hideto Kijima deparou-se com a situação quando estava a embarcar da ilha de Amami para Osaka, no Japão, com vários amigos que foram proibidos de o ajudar.

  • De onde vem o dinheiro de Isabel II?

    Mundo

    A rainha Isabel II vai ser aumentada - pelo exercício das suas funções -, em 2018, para 82,2 milhões de libras (93,5 milhões de euros). Este valor é pago pelo Estado britânico. Contudo, esta não é a única fonte de rendimento da rainha de Inglaterra. Isabel II também recebe pelas terras, casas e empresas que tem espalhadas pelo Reino Unido.

  • Cão corre os EUA a entregar águas aos árbitros em jogos de basebol
    0:20