sicnot

Perfil

Economia

EDP financia-se em 600 milhões de euros a seis anos e nove meses

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

A EDP emitiu esta terça-feira obrigações no valor de 600 milhões de euros a seis anos e nove meses a uma taxa de juro de 158 pontos base acima da taxa "mid swap", refere a agência Bloomberg.

A Bloomberg adianta que a procura para esta emissão atingiu 2,2 mil milhões de euros. Entretanto, de acordo com a informação enviada pela EDP à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a elétrica informa que "a EDP Finance BV fixou hoje o preço de uma emissão de obrigações no montante de 600 milhões de euros com vencimento em setembro de 2023 e cupão de 1,875%".

"Esta emissão destina-se a financiar as necessidades decorrentes da atividade normal da empresa, permitindo alongar o seu prazo de maturidade e reforçar a flexibilidade financeira", refere a EDP.A operação foi assegurada pelo CaixaBank, Citi, ING, Mediobanca, Millenium BCP, Mizubo, NatWest Markets, Santander e UniCredit.

Lusa

  • Parabéns! Portugal faz hoje 839 anos

    País

    É dia de cantar os parabéns. Portugal celebra esta quarta-feira 839 anos, depois de a 23 de maio de 1179 o Papa Alexandre III ter emitido a bula "Manifestis Probatum" onde reconhece o território como reino independente.

    SIC

  • Cachalote-pigmeu morreu pouco tempo depois de dar à costa em Lisboa
    1:13
  • Presidente da República apoia reforma "quanto antes" do Tribunal de Contas
    1:13

    País

    O Presidente da República defendeu esta manhã uma reforma do Tribunal de Contas para que se adeque a lei que prevê o controlo das entidades públicas. Para Marcelo Rebelo de Sousa, se a lei der melhores meios de controlo e for de mais rápida aplicação, vai dissuadir casos de má gestão de dinheiros públicos que acabam por resultar em crimes.

  • PSD compara SNS a um "cenário de guerra", Centeno desdramatiza
    2:44

    Economia

    O ministro das Finanças esteve esta amanhã no Parlamento e voltou a não comprometer-se com aumentos salariais na função pública no próximo ano. Deu mesmo a entender que a medida não é prioritária. A discussão passou também pelo Serviço Nacional de Saúde. Centeno desdramatizou as carências mas o PSD comparou o que s passa a um cenário de guerra.