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Marcelo deu posse a secretários de Estado das Finanças e do Tesouro

ANT\303\223NIO COTRIM

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa deu esta segunda-feira posse aos secretários de Estado Adjunto e das Finanças e também do Tesouro, numa curta cerimónia no Palácio de Belém que contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa.

O até agora responsável pela área do Tesouro, Ricardo Mourinho Félix, assume agora o cargo de secretário de Estado Adjunto e das Finanças, e Álvaro Novo, que até agora desempenhava as funções de economista-chefe no gabinete do ministro das Finanças, Mário Centeno, tomou posse esta segunda-feira como secretário de Estado do Tesouro.

Na cerimónia, que durou cerca de cinco minutos, ambos os governantes asseveraram lealdade no cumprimento das suas funções perante o olhar dos vários responsáveis do ministério das Finanças, Mário Centeno inclusive, e também do chefe do Governo, António Costa.

Como é tradição nestes eventos, nem os governantes empossados nem o Presidente da República prestaram declarações à imprensa.

A nova equipa do ministro Mário Centeno é agora constituída por Ricardo Mourinho Félix (secretário de Estado Adjunto e das Finanças), Fernando Rocha Andrade (secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), João Leão (secretário de Estado do Orçamento), Carolina Ferra (secretária de Estado da Administração e do Emprego Público) e Álvaro Novo (secretário de Estado do Tesouro).

No sábado, o Ministério das Finanças justificou a entrada de um novo secretário de Estado para a sua equipa com a necessidade de intensificar a execução da estratégia para o setor empresarial do Estado prevista no Programa do Governo.

Álvaro Novo assume as competências relacionadas com o Setor Empresarial do Estado e a gestão do património público, que ficarão autonomizadas.

Fonte do Ministério das Finanças disse à agência Lusa que "o aumento da eficiência do setor empresarial do Estado implicará a intensificação da implementação da estratégia delineada no Programa do Governo para esse setor", designadamente na execução de "medidas que conduzam a uma utilização mais eficiente do património do Estado".

"No ano de 2017 é essencial completar a estabilização do sistema financeiro, intensificar o trabalho com os participantes nos mercados financeiros e agências de notação financeira, mas também com a Comissão Europeia", disse a fonte do Governo à Lusa.

Lusa

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