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Caixabank garante controlo do BPI

Caixabank garante controlo do BPI

O Caixabank conseguiu garantir esta terça-feira o controlo do BPI, o principal objetivo da OPA que terminou esta tarde. Isabel dos Santos vendeu a sua posição de 18,6% por 306,9 milhões de euros. Já o Grupo Violas Ferreira vendeu os 2,7% que detinha e ficou apenas com uma posição residual de 10 mil ações. Os espanhóis dizem que o trabalho conjunto permite ao BPI um ganho de 120 milhões de euros.

  • Isabel dos Santos saiu do BPI

    Economia

    A empresária angolana Isabel dos Santos vendeu a posição de 18,6 por cento do BPI na Operação Pública de Aquisição (OPA) que terminou hoje. Isabel dos Santos encaixa mais de 300 milhões de euros no negócio.

  • Violas Ferreira vendeu ações do BPI mas mantém participação residual para litigar

    Economia

    O maior acionista português do BPI, o grupo Violas Ferreira, vendeu a maior parte da sua participação de 2,7% no BPI no âmbito da Operação Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo espanhol CaixaBank, afirmando Tiago Violas que "não tinham alternativa". O grupo Violas Ferreira tenciona, no entanto, processar a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). À SIC, Tiago Violas Ferreira explica que os acionistas foram descriminados, com benefício para Isabel dos Santos. Em causa, a passagem do controlo do BFA para a empresária angolana, vista pelo administrador como uma forma de premiar Isabel dos Santos face aos acionistas que aceitaram vender na OPA por 1,13 centimos. Foi precisamente o caso do Grupo Violas Ferreira que vendeu os 2,7 por cento que tinha do BPI, ficando apenas com uma posição residual de 10 mil ações. Para se ter uma ideia, vendeu 99,7 por cento do total que detinha.

  • Alterações nos horários das farmácias têm o objetivo de evitar duplicação de serviços
    1:50
  • Troika nem sempre protegeu os mais vulneráveis, conclui avaliação do FMI

    Economia

    O organismo de avaliação independente do FMI concluiu que as medidas aplicadas pela troika em Portugal nem sempre protegeram as pessoas com menos rendimentos, apontando que a primeira preocupação do Fundo era a redução dos défices, apurou o gabinete independente de avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI),