sicnot

Perfil

Economia

CTT avança com despedimento coletivo na recém-adquirida Transporta

Os CTT - Correios de Portugal vão proceder a um despedimento coletivo na empresa de transporte de pequenas mercadorias Transporta, adquirida em maio e cujo "processo gradual de integração" no grupo implica uma "otimização de recursos humanos".

"A empresa Transporta está neste momento num processo gradual de integração no universo CTT que passa também pela otimização dos seus recursos humanos, como já estava planeado, através de um processo de gestão que visa a sustentabilidade da empresa e a eficiência produtiva e operacional", afirmou fonte oficial dos CTT numa declaração escrita enviada à agência Lusa, sem referir o número de trabalhadores abrangidos pelo despedimento coletivo.

O Diário de Notícias (DN) noticia hoje estar em curso um despedimento coletivo de 40 pessoas na Transporta - Transporte Porta à Porta, cuja aquisição pelos CTT foi anunciada no ano passado, mas que só foi concluída no início de maio, após conhecida a não oposição da Autoridade da Concorrência (AdC) ao negócio.

A compra, que implicou um investimento de 1,5 milhões de euros por parte dos CTT, foi na altura enquadrada na "estratégia de expansão e diversificação dos CTT, quer através de uma nova oferta de distribuição de encomendas acima dos 30 quilogramas de peso, quer através da criação de uma nova plataforma de expansão da empresa na cadeia de valor da logística e carga 'last mile'".

A aprovação do negócio foi comunicada em 06 de março pela AdC, que considerou que a operação não era suscetível de criar entraves significativos à concorrência no mercado da prestação de serviços de transporte de mercadorias e logísticos por via rodoviária.

Lusa

  • "É preciso despartidarizar o sistema de Proteção Civil", diz Duarte Caldeira
    2:47
  • Homem morreu ao tentar salvar animais das chamas
    2:30
  • Arcebispo de Braga pede responsabilidades pelos incêndios
    1:40

    País

    Braga também sofreu um dos mais violentos incêndios dos últimos anos. O fogo descontrolado atravessou várias freguesias e destruiu duas empresas. A igreja, pela voz do arcebispo de Braga, pede ação e o apuramento de responsabilidades, face a esta calamidade.

  • "Estou a ficar sem água, vai ser um trabalho inglório"
    1:06