sicnot

Perfil

Economia

Banco italiano resgatado pelo Estado corta 5.500 postos de trabalho até 2021

© Alessandro Bianchi / Reuters

O banco italiano Monte dei Paschi di Siena (MPS), resgatado pelo Estado, anunciou esta quarta-feira que vai cortar 5.500 postos de trabalho e fechar 600 sucursais até 2021 no âmbito de um plano de reestruturação já aprovado pela Comissão Europeia.

O plano essencial para que o Estado injete dinheiro público prevê entre 2017 e 2021 uma redução de 5.500 postos de trabalho, incluindo 4.800 trabalhadores que serão integrados num fundo de pensões voluntário, o Fundo de Solidariedade.

Segundo o plano, outros 450 postos de trabalho desaparecerão por estarem vinculados a atividades que serão fechadas, haverá 750 trabalhadores que passarão à reforma e serão contratados 500 novos trabalhadores.

Com esta estratégia, desenhada para reforçar o património e garantir a sua continuidade, a entidade italiana prevê registar um lucro líquido superior aos 1.200 milhões de euros em 2021, com uma rentabilidade sobre recursos próprios (ROE) de 10,7%.

Para redimensionar a sua estrutura organizativa, o MPS fechará cerca de 600 sucursais, 30% do total, prevendo passar das 2.000 que tinha em 2016 para cerca de 1.400.

Lusa

  • A casa dos horrores
    7:57
  • PGR e presidente do Supremo deixam recado à ministra da Justiça
    2:45

    País

    Durante a abertura do ano judicial, a Procuradora-Geral da República e o presidente do Supremo Tribunal aproveitaram para deixar um recado à ministra da Justiça: é urgente aprovar o novo estatuto de juízes e magistrados. O presidente do Supremo diz que é injusta a má imagem da Justiça e pediu contenção aos magistrados.

  • Rui Rio tem sentido "alguma turbulência" no PSD
    2:01

    País

    Rui Rio e Pedro Passos Coelho tiveram esta quinta-feira a primeira reunião, desde que foi eleito o novo líder do PSD. À saída, Passos Coelho desejou que esta transição decorra com naturalidade. Já Rui Rio disse que tem sentido alguma turbulência no partido.

  • Sindicatos rejeitam fim das baixas médicas até três dias
    2:02

    País

    A CGTP quer levar o tema das baixas médicas à Concertação Social, já a UGT diz que há outras matérias prioritárias. Ainda assim as duas centrais sindicais lembram que a não justificação de faltas pode dar origem a um despedimento por justa causa. Esta quinta-feira o bastonário da Ordem dos Médicos propôs ao Governo que acabe com as baixas de curta duração, até três dias.

  • Papa interrompe percurso no Chile para ajudar polícia
    0:21
  • "Mundo à Vista" no Gana
    7:38