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Cativações não são cortes, diz Centeno

Cativações não são cortes, diz Centeno

O PSD acusa o Governo de pôr em risco as funções do Estado para satisfazer clientelas. Em causa, as cativações feitas pelo ministro das Finanças que terão ultrapassado os 900 milhões de euros no ano passado. O tema dominou a audição de Mário Centeno no Parlamento que voltou a rejeitar que se confundam cativações com cortes.

  • Governo prepara projeto para suavizar transição para a reforma
    1:38

    Economia

    O Governo quer suavizar a transição do trabalho para a reforma. A ideia é que essa passagem seja feita gradualmente e não de um dia para o outro, o que pode ser mais traumático. O projeto prevê a possilidade de o trabalhador cumprir meio horário e acumular com meia pensão.

  • Portugal pode perder parte dos fundos comunitários
    2:21

    Economia

    Portugal arrisca-se a perder parte dos fundos comunitários atribuídos ao país, se não acelerar a execução dos programas que têm comparticipação de Bruxelas. A notícia é avançada pelo jornal Público, que revela que o país ainda está longe de cumprir as metas mínimas. O Executivo desdramatiza e acredita que serão cumpridas até ao final do ano. O Governo diz mesmo que Portugal deverá ser um dos países com melhores taxas de execução.

  • Proteína tóxica que se acumula no cérebro pode ser uma das causas do Alzheimer
    2:33

    País

    Uma proteína tóxica que se acumula no cérebro pode ser uma das causadoras do Alzheimer. A revelação, feita pelo prémio Nobel da Medicina de 2014, será discutida no terceiro dia da cimeira mundial sobre doenças neurodegenerativas na Fundação Champalimaud, em Lisboa. A partir de hoje, serão apresentadas novidade nas investigações científicas sobre a epidemia silenciosa, que atinge 50 milhões de pessoas em todo o mundo.

  • Primeiro discurso de Costa na ONU alinhado com o de Guterres

    País

    O primeiro-ministro, António Costa, proferirá hoje o seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, devendo estar muito alinhado com a agenda política apresentada na terça-feira pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, valorizando o multilateralismo.