Economia

PSA vai produzir carros em Mangualde

Dado Ruvic

O grupo PSA, dono das marcas Peugeot, Opel e Citroen, confirmou esta terça-feira que uma parte da produção dos três novos carros vai ser feita na fábrica portuguesa, em Mangualde, a partir de outubro. O projeto conhecido como K9, inclui modelos de carro de lazer das três marcas.

Já se sabe que vão estar disponíveis com cinco ou sete lugares e que vão pagar "Classe 2" de portagem, já que a altura ultrapassa 1,10 metros.

O grupo PSA ameaçou na semana passada que se não houver mudanças no preço das portagens, a fábrica de Mangualde corre o risco de fechar.

Segundo o diretor Alfredo Amaral, as pessoas não compram carros deste tipo de classe por causa do preço elevado das portagens.

A fábrica de Mangualde tem 700 trabalhadores e terá mais 225 a partir de abril, com a criação de um terceiro turno de produção dos modelos Citröen Berlingo e Peugeot Partner.

  • Marcelo assinala "passos importantes" na Cimeira da CPLP
    2:16
  • Manuel Pinho quer que inquérito do caso EDP seja atribuído a outros procuradores
    2:53

    País

    Manuel Pinho quer que o inquérito do caso EDP seja atribuído a outros procuradores. Numa carta enviada ao diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, a defesa do ex-ministro da Economia acusa os magistrados de imparcialidade, realçando como os procuradores do inquérito inviabilizaram as datas alternativas apresentadas pelo advogado.

  • "Os Maias" deixam de ser leitura obrigatória no secundário

    País

    Obras como "Os Maias" e "A Ilustre Casa de Ramires", de Eça de Queirós, vão deixar de ser de leitura obrigatória no ensino secundário a partir do próximo ano letivo. Os alunos deixam de ter indicação de uma obra específica para ler, passando o professor a escolher livremente uma obra de cada autor. O objetivo é fazer face aos programas extensos.

  • Santana diz que a concorrência é livre
    0:52

    País

    Santana Lopes sublinha que quer causar o menor dano possível ao PSD com a criação de um novo partido. O antigo primeiro-ministro diz no entanto que, apesar disso, a concorrência é livre. Isto depois de um estudo feito pela Eurosondagem mostrar que 4,8% dos inquiridos votaria num novo partido de Santana Lopes. O político diz que o número é inspirador, mas não adianta certezas sobre os próximos passos.

  • "Eu disse 'seria' quando queria dizer 'não seria'"
    1:34