Economia

O recuo do Governo após as críticas da esquerda?

O recuo do Governo após as críticas da esquerda?

António Costa admite negociar aumentos salariais para a função pública no próximo ano. Depois de Mário Centeno ter rejeitado subidas em 2019, agora é o primeiro-ministro que deixa a porta entreaberta. A confirmar-se, será um recuo depois das críticas da oposição.

  • Costa admite possibilidade de aumentos na função pública em 2019
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    Economia

    António Costa admitiu hoje a possibilidade de os funcionários públicos serem aumentados no próximo ano, possibilidade que tem vindo a ser recusada pelo Governo. Quem deu o mote à discussão deste tema foi Rui Rio, que disse não compreender como se tem gasto tanto dinheiro na banca, sem margem para aumentos na função pública. Dias antes, o ministro das Finanças não tinha referido aumentos na função pública nas contas que apresentou sobre o Programa de Estabilidade para o período até 2022.

  • Marcelo assinala "passos importantes" na Cimeira da CPLP
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  • Manuel Pinho quer que inquérito do caso EDP seja atribuído a outros procuradores
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    País

    Manuel Pinho quer que o inquérito do caso EDP seja atribuído a outros procuradores. Numa carta enviada ao diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, a defesa do ex-ministro da Economia acusa os magistrados de imparcialidade, realçando como os procuradores do inquérito inviabilizaram as datas alternativas apresentadas pelo advogado.

  • "Os Maias" deixam de ser leitura obrigatória no secundário

    País

    Obras como "Os Maias" e "A Ilustre Casa de Ramires", de Eça de Queirós, vão deixar de ser de leitura obrigatória no ensino secundário a partir do próximo ano letivo. Os alunos deixam de ter indicação de uma obra específica para ler, passando o professor a escolher livremente uma obra de cada autor. O objetivo é fazer face aos programas extensos.

  • Santana diz que a concorrência é livre
    0:52

    País

    Santana Lopes sublinha que quer causar o menor dano possível ao PSD com a criação de um novo partido. O antigo primeiro-ministro diz no entanto que, apesar disso, a concorrência é livre. Isto depois de um estudo feito pela Eurosondagem mostrar que 4,8% dos inquiridos votaria num novo partido de Santana Lopes. O político diz que o número é inspirador, mas não adianta certezas sobre os próximos passos.

  • "Eu disse 'seria' quando queria dizer 'não seria'"
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