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Sampaio da Nóvoa aponta sinais positivos de recuperação

O candidato presidencial Sampaio da Nóvoa considerou hoje que já existem sinais muito positivos de recuperação do "retrocesso grave dos últimos anos", mas advertiu que há ainda muitas dificuldades pela frente e "muito caminho a percorrer".

"Houve um retrocesso grave dos últimos anos e estamos agora a tentar recuperar desse retrocesso e a tentar repor Portugal no caminho certo do ponto de vista do que são as políticas, do que é a dignidade das pessoas, do que é uma política com futuro", afirmou Sampaio da Nóvoa, quando questionado se partilha do otimismo do primeiro-ministro, António Costa, que, num artigo de opinião publicado hoje, diz que o Orçamento do Estado para 2016 vai reverter o empobrecimento.

Contudo, acrescentou, apesar dos "sinais muito positivos" dados pelas medidas anunciadas pelo executivo socialista de António Costa e pela cultura de diálogo e compromisso que se está a instituir na sociedade e na política, Portugal tem ainda muitas dificuldades pela frente.

"Temos muito caminho a percorrer, mas sente-se que há um novo tempo que se está a abrir e espero que esse novo tempo se consolide também em sede das eleições presidenciais", sublinhou o candidato às eleições presidenciais de 24 de janeiro, que promete ser, "em todas as circunstâncias" um fator de estabilidade e segurança.

Interrogado se em nome da estabilidade irá, caso seja eleito, apoiar todas as medidas do Governo, Sampaio da Nóvoa advogou que um chefe de Estado tem de ter "um mapa de futuro na cabeça" e ser portador de causas e valores de futuro.

E, continuou, tem de ser capaz de interpretar esses valores com os portugueses, as forças sociais e políticas e ser, em cada momento, um elemento de promoção de um país capaz e que não desperdiça as pessoas, dando-lhes condições para desenvolver os seus projetos de vida.

Sampaio da Nóvoa, que falava aos jornalistas no final de uma visita ao "Complexo da Sagrada Família" da Santa Casa da Misericórdia da Amadora, na Buraca, no concelho da Amadora, recusou ainda incluir-se no grupo dos políticos que não conhecem o país real, referido pelo atual Presidente da República na mensagem de Ano Novo.

"O conhecimento que um professor tem do país é um conhecimento muito forte, porque conhece as pessoas concretas, estudantes, famílias, pais, contacta com eles todos os dias e está num lugar que é central para o futuro do país, que é o lugar de dar futuro a este país", disse, defendendo a necessidade de existir uma maior preparação do país.

Lusa

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