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Agressões em Ponte de Sor

A versão dos filhos do embaixador do Iraque

Entrevista exclusiva na íntegra

A versão dos filhos do embaixador do Iraque

Haider e Ridha Ali, filhos do embaixador do Iraque em Lisboa, vivem há um ano em Portugal. Um dos gémeos frequenta uma escola de pilotos em Ponte de Sor. Na semana passada o irmão visitou-o. Os dois foram a um bar com amigos. Aquilo que parecia uma noite banal terminou no internamento de um rapaz de 15 anos. Ruben Cavaco ficou entre a vida e a morte. Numa entrevista à jornalista da SIC Sofia Arede, os jovens iraquianos dão a sua versão dos acontecimentos.

  • A imunidade diplomática "não faz sentido" no caso de Ponte de Sor
    9:27

    Agressões em Ponte de Sor

    Os filhos do embaixador do Iraque em Portugal são suspeitos de agressão a um jovem de 15 anos. Em entrevista exclusiva à SIC, os jovens pedem desculpa a Ruben Cavaco e dizem que vão continuar no país até que seja tudo esclarecido. Paulo Sternberg diz que neste caso a imunidade "não faz sentido" e que a Convenção Europeia dos Direitos do Homem prevalece porque o que está em causa são "os direitos fundamentais" do jovem agredido.

  • "Imunidade não significa impunidade"
    10:14

    Agressões em Ponte de Sor

    Os rapazes suspeitos de terem agredido na quarta-feira um jovem de 15 anos em Ponte de Sor são filhos do embaixador do Iraque em Portugal e têm imunidade diplomática. Esta questão está a gerar bastante descontentamento e o ministério dos Negócios Estrangeiros já admitiu que pode vir a intervir no caso. O advogado Carlos Pinto de Abreu esteve na Edição da Noite da SIC Notícias para falar sobre o assunto. Para o advogado esta imunidade não significa impunidade. Carlos Pinto de Abreu diz que para que a imunidade venha a ser levantada terá de ser através de um pedido do ministério dos Negócios Estrangeiros, e que, do ponto de vista político, os rapazes terão de ser considerados "persona non grata" e expulsos do país, para que assim possam ser julgados no Iraque.

  • Marido de idosa que morreu na Sertã teve de caminhar durante duas horas para pedir ajuda
    1:44

    País

    A Altice garantiu esta sexta-feira que tentou agendar, por duas vezes, a reposição da linha telefónica na casa da idosa da Sertã, que morreu na semana passada por não ter comunicações que permitissem um socorro rápido. A mulher sentiu-se mal e o marido teve de caminhar durante duas horas para conseguir chegar à casa do vizinho mais próximo e pedir ajuda.

  • "No meu bairro perguntam-me se a medalha é de ouro e dizem que ma vão roubar e vender"
    4:46
  • Como é que alguém (Rúben Semedo) com tanto pode perder tudo?
    3:05