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John Kerry pede calma à Arábia Saudita e ao Irão

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, contactou hoje os seus homólogos saudita e iraniano para apelar à diminuição do clima de tensão entre as duas potências rivais no Médio Oriente, afirmou uma fonte diplomática.

reuters

Em declarações à agência noticiosa francesa AFP, a fonte da administração norte-americana precisou que Kerry manteve conversas telefónicas distintas com o chefe da diplomacia iraniana, Mohammad Javad Zarif, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Adel Al-Jubeir.

"Exortámo-los à calma e ao desagravamento. A situação deve ser apaziguada", referiu a mesma fonte.

O clima de tensão entre o Irão (maioritariamente xiita) e o reino saudita (maioritariamente sunita) agravou-se com o corte de relações diplomáticas com o Irão pela Arábia Saudita e alguns dos seus aliados.

A crise foi desencadeada com a execução, no sábado, de um influente dirigente religioso xiita, o xeque Nimr Baqer al-Nimr, acusado de "terrorismo" pelas autoridades de Riade.

Perante uma crise de consequências imprevisíveis, os Estados Unidos, um dos principais aliados ocidentais da Arábia Saudita, mas que recentemente se aproximou do Irão por causa do acordo nuclear finalizado em julho, pediram, no domingo à noite, "medidas positivas para acalmar as tensões".

Segundo alguns analistas, esta crise poderá criar uma situação embaraçosa para a administração do Presidente Barack Obama, a concluir o último ano de mandato. A recente política de aproximação com a República islâmica do Irão, com a qual cortou relações diplomáticas em abril de 1980, desagradou profundamente ao aliado saudita.

Também hoje um porta-voz do secretário-geral da ONU divulgou que Ban Ki-moon manteve nas últimas horas conversas via telefone com os titulares dos Negócios Estrangeiros do Irão e da Arábia Saudita.

Segundo o porta-voz, Ban Ki-moon pediu aos representantes de Teerão e de Riade para evitarem qualquer medida que possa agravar a crise, qualificando como "deplorável" o ataque, no sábado, contra a embaixada saudita na capital iraniana.

O secretário-geral da ONU também qualificou como "profundamente preocupante" a decisão do reino saudita de cortar as relações diplomáticas com o Irão.

Lusa

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