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Arábia Saudita "deve parar" de se opôr ao Irão, diz ministro iraniano

A Arábia Saudita "deve parar" com as suas tentativas de frustrar os esforços do Irão em reduzir as tensões no Médio Oriente, afirmou hoje Mohammad Javad Zarif, ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros.

Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Javad Zarif.

Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Javad Zarif.

© POOL New / Reuters

"Desde há dois anos e meio que a Arábia [Saudita] se opõe aos esforços da diplomacia iraniana e deve parar com esta tendência de criar tensões", declarou Mohammad Javad Zarif durante uma conferência de imprensa com o seu homologo iraquiano Ibrahim al-Jaafari em visita a Teerão.

De acordo com Javad Zarif, a Arábia Saudita tem ido contra os esforços iranianos e opôs-se ao acordo nuclear, em consonância com o regime sionista, referindo-se a Israel, e o acordo do Irão realizado no ano passado com as potências mundiais sobre o seu programa atómico.

"Essa tendência de criar tensão deve parar", disse Javad Zarif

A Arábia Saudita rompeu as relações diplomáticas com o Irão após os ataques no sábado à embaixada saudita em Teerão e ao consulado na cidade iraniana de Mashhad, na sequência da execução, no sábado, do clérigo xiita saudita Nimr Baqer al-Nimr.

De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, o Irão "nunca procurou criar tensão", afirmando que sempre adotaram uma política "de interação e diálogo", reiterando que o governo iraniano havia condenado o ataque de sábado à embaixada afirmando que "nada o justificava".

O clima de tensão entre o Irão (maioritariamente xiita) e o reino saudita (maioritariamente sunita) agravou-se com o corte de relações diplomáticas com o Irão pela Arábia Saudita e alguns dos seus aliados.

O acordo nuclear atingido em julho passado entre o Irão e cinco outras potências mundiais era visto como um triunfo diplomático pelos seus autores, mas foi veementemente contestado por Israel. Arábia Saudita foi também crítico do acordo.

Lusa

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