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Número de execuções na Arábia Saudita sobe para 84 desde o início do ano

Dois cidadãos sauditas, condenados à morte em dois casos de homicídio, foram hoje decapitados com um sabre perto de Riade, elevando para 84 o número de execuções na Arábia Saudita desde o início deste ano.

© Rebecca Cook / Reuters

O primeiro, Baddah al-Dussari, foi considerado culpado da morte de um compatriota, que matou esmagando-o sob as rodas da sua viatura após uma discussão, anunciou o ministério do Interior em comunicado.

Noutro caso, Mansur al-Azuri foi executado depois de ter sido considerado culpado de esfaquear até à morte outro cidadão saudita após uma disputa, de acordo com um segundo comunicado do ministério, citado pela agência noticiosa oficial Spa.

As duas decapitações elevam para 84 o número de execuções na Arábia Saudita desde o início do ano, segundo uma contagem da agência de notícias francesa AFP a partir de anúncios oficiais sauditas.

A 2 de janeiro, num só dia, foram executadas por terrorismo 47 pessoas, entre as quais o dignitário e opositor xiita saudita Nimr al-Nimr, cuja morte provocou uma crise diplomática com o Irão.

Em 2015, 153 pessoas foram executadas na Arábia Saudita, um número nunca igualado em 20 anos no reino ultraconservador que se rege por uma interpretação à letra da lei islâmica.

As autoridades sauditas invocam a dissuasão para justificar a pena de morte em casos de terrorismo, assassínio, violação, assalto à mão armada e tráfico de droga.

Organizações de defesa dos direitos humanos denunciam e condenam regularmente tais execuções.

Lusa

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