sicnot

Perfil

Assalto em Tancos

Assalto em Tancos

Assalto em Tancos

Ministro aponta "quatro equívocos" no debate sobre roubo em Tancos

MANUEL DE ALMEIDA

O ministro da Defesa sustentou hoje existirem "quatro equívocos principais" que contaminaram o debate sobre o furto de Tancos, frisando em primeiro lugar que a segurança dos paióis é uma questão de gestão operacional.

"É tipicamente uma questão que cabe aos ramos. Dificilmente se encontra um domínio com uma natureza mais operacional", afirmou José Azeredo Lopes, numa intervenção perante a comissão de Defesa Nacional, onde está a ser ouvido sobre o furto de material de guerra em Tancos.

Em segundo lugar, Azeredo Lopes disse não ter recebido qualquer pedido, chamada de atenção ou relatório que "identificasse uma situação grave de insegurança".

"Não tinha qualquer conhecimento de uma situação que fosse urgente corrigir, direta ou indiretamente, à segurança daqueles paióis", frisou.

O "terceiro equívoco", prosseguiu, foi ter sido "acusado" de desvalorizar o caso. Azeredo Lopes recusou qualquer desvalorização, sublinhando que nas suas intervenções públicas "foram no sentido de, sem meias palavras, o qualificar como grave".

"Mesmo quando invoquei outros casos, deixei claro que não visava por qualquer forma diminuir a gravidade deste triste evento de 28 de junho", acrescentou.

O ministro da Defesa Nacional disse ter sido informado do furto no dia 28 de junho, quando estava a aterrar em Bruxelas, pelo chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, que o pôs ao corrente da "gravidade" do roubo.

"O quarto equívoco é o alegado grave impacto internacional na imagem de Portugal", apontou, revelando que teve uma "longa conversa telefónica" com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, sobre o assunto.

Segundo Azeredo Lopes, o secretário-geral da Organização "nunca sobrevalorizou os factos de Tancos e insistiu no crédito e na fiabilidade de Portugal como membro da NATO e velho aliado".

Lusa

  • UGT reivindica que salário mínimo ultrapasse os 600€
    0:26

    Economia

    O secretário-geral da UGT reivindica que até 2019 o salário mínimo nacional ultrapasse os 600 euros. Este sábado, num congresso distrital na Guarda, Carlos Silva considerou que o Governo tem condições para ir mais além e voltou a defender que para o próximo ano o patamar mínimo para a negociação deve ser os 585 euros.

  • Militares tentam acabar com guerra entre traficantes na Rocinha, Rio de Janeiro
    3:07

    Mundo

    As últimas horas têm sido de tensão no Rio de Janeiro depois dos tiroteios que começaram desde que uma das principais favelas da cidade foi ocupada por militares na sexta-feira. As forças federais foram acionadas para auxiliarem a polícia, que há vários dias tenta acabar com a guerra entre fações de traficantes de droga.

  • Trump renovou as ameaças à Coreia do Norte
    1:30
  • Atrás das Câmaras em Pedrógão Grande
    3:37
    Atrás das Câmaras

    Atrás das Câmaras

    DIARIAMENTE NA SIC E SIC NOTÍCIAS

    A carrinha do "Atrás das Câmaras" continua pelo país a mostrar aquilo que alguns políticos ignoram. Este sábado a equipa da SIC esteve em Pedrógão Grande, 99 dias após o incêndio que fez 64 mortos e 200 feridos.

  • Morreu Charles Bradley, uma das lendas do soul

    Cultura

    O cantor Charles Bradley morreu este sábado aos 68 anos. O músico norte-americano foi diagnosticado com cancro no ano passado. A notícia da morte foi confirmada na página oficial do cantor no Facebook.