sicnot

Perfil

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Ataques em Paris

100 mortos na sala de espetáculos Bataclan

Em atualização

YOAN VALAT

O Bataclan, onde estiveram várias dezenas de reféns na sequência de uma série de atentados em Paris, é um dos grandes teatros parisienses, com uma capacidade para albergar cerca de 1.500 pessoas sentadas.

Situado a leste da capital francesa, perto do canal Saint-Martin e do local onde um polícia foi morto nos atentados contra o semanário satírico Charlie Hebdo em janeiro passado, a sala de espetáculos acolheu na sexta-feira um concerto da banda de rock Eagles Of Death Metal.

Desde seu renascimento na década de 1970, o teatro tornou-se um local popular das noites parisienses, onde já atuaram várias estrelas da música francesa e internacional como Lou Reed, Prince, Oasis, ou Stromae.

Construído em 1864 com o nome Grande Café Chinês -- Teatro Bataclan, a sala de espetáculos ressurgiu em 1952, como Ba-ta-clan, numa referência a uma opereta de Offenbach, e é hoje classificado como monumento histórico.

Vários ataques registados hoje à noite, em Paris, provocaram a morte a pelo menos 100 pessoas, segundo fontes policiais.

O Presidente francês, François Hollande, já anunciou o estado de emergência e o encerramento das fronteiras de França na sequência do que classificou de "ataques terroristas sem precedentes" no país.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.