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Ataques em Paris

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Charlie Hebdo condena "violência terrorista"

A redação do Charlie Hebdo transmitiu este sábado a sua "consternação" e "revolta", pelos ataques de sexta-feira à noite, em Paris, e condenou a "violência terrorista" desses ataques, dez meses após atentado à redação do jornal satírico.

"Toda a equipa de Charlie Hebdo mostra a sua consternação e revolta" e "Charlie Hebdo associa-se à dor das vítimas e endereça-lhes o seu apoio, assim como aos seus familiares", lê-se no comunicado.

"Toda a equipa de Charlie Hebdo mostra a sua consternação e revolta" e "Charlie Hebdo associa-se à dor das vítimas e endereça-lhes o seu apoio, assim como aos seus familiares", lê-se no comunicado.

© Jean-Paul Pelissier / Reuters

"Toda a equipa de Charlie Hebdo mostra a sua consternação e revolta" e "Charlie Hebdo associa-se à dor das vítimas e endereça-lhes o seu apoio, assim como aos seus familiares", lê-se no comunicado.

Doze pessoas, entre as quais cinco desenhadores (Charb, Cabu, Honoré, Tignous e Wolinski) foram mortos a 7 de janeiro deste ano, nos atentados a este jornal satírico francês perpetrados por dois irmãos 'jihadistas' franceses, que se reinvindavcam elementos da Al-Qaida da pensínsula arábica.

O jornal "condena, mais uma vez, esta violência terrorista ao serviço da ideologia totalitária islamita, que não tem outro objetivo que não seja o de destruir os valores da democracia e da República", acrescenta o comunicado do Charlie Hebdo, hoje divulgado.

O grupo extremista autodenominado Estado Islâmico reivindicou hoje, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais um português, e 352 feridos, 99 em estado grave.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para levar a cabo os atentados, morreram, segundo fontes policiais francesas.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país".

Lusa

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