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Ataques em Paris

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FIFA transmitiu "choque" à Federação Francesa de Futebol

O presidente interino da FIFA, o camaronês Issa Hayatou, transmitiu este sábado o seu "choque" à federação francesa de futebol com os atentados perpetrados na sexta-feira em Paris, que provocaram pelo menos 128 mortos.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

Michel Euler / AP

"É com intensa emoção que escrevo hoje. Estou, obviamente, em choque com os ataques terroristas de ontem [sexta-feira] em Paris e à volta do Stade de France, à margem do jogo entre França e Alemanha", escreveu Issa Hayatou na missiva endereçada a Noël Le Graët.

O presidente interino do organismo que rege o futebol mundial expressou ainda "a solidariedade para a comunidade do futebol mundial, em especial aos membros da federação francesa, à seleção francesa e aos adeptos e pessoas que estavam no Stade de France na última noite", apresentando ainda "as mais sinceras condolências às famílias das vítimas".

De acordo com o sítio da FIFA na Internet, Hayatou manifestou também o seu apoio à federação alemã, numa carta enviada ao seu presidente.

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou hoje, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 128 mortos, entre os quais um português, e 300 feridos, 80 em estado grave.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para levar a cabo os atentados, morreram, segundo fontes policiais francesas.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país".

Lusa