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Ataques em Paris

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Le Pen diz que "França e os franceses já não estão seguros"

A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, afirmou este sábado que "França e os franceses já não estão seguros" e exigiu que o país recupere o controlo das suas fronteiras e encerre as mesquitas que propagam o radicalismo.

(Arquivo)

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© Pascal Rossignol / Reuters

"Diga o que disser a União Europeia, é indispensável que a França recupere o controlo das suas fronteiras nacionais definitivamente", disse Le Pen numa reunião do seu partido, a Frente Nacional, em Nanterre, arredores de Paris.

Para Le Pen, os ataques de sexta-feira, nos quais foram mortas 128 pessoas e 300 ficaram feridas, são de uma "crueldade inédita, que demonstra uma nova escalada da violência do terrorismo islamita".

"O fundamentalismo islamita deve ser destruído. A França deve proibir as organizações islamitas, encerrar as mesquitas radicais e expulsar os estrangeiros que pregam o ódio no nosso território, assim como os clandestinos", disse.

Marine Le Pen defendeu também que França tem de determinar quem são os seus aliados e quem são os seus inimigos, definindo estes como aqueles que mantêm "relações condescendentes com o islamismo radical" e adotam "uma atitude ambígua para com as organizações terroristas".

Seis atentados perpetrados quase em simultâneo na sexta-feira à noite em Paris fizeram pelo menos 128 mortos, um deles português, e 300 feridos.

O grupo extremista Estado Islâmico, que controla vastas áreas no Iraque e na Síria, reivindicou os ataques.

Lusa

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