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Ataques em Paris

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Segundo atacante também terá entrado na Europa pela Grécia

Os atentados de sexta-feira em Paris fizeram 129 mortos e 352 feridos, 99 dos quais estão em estado grave, segundo um novo balanço, "provisório e em evolução", das autoridades francesas. Sete terroristas foram também mortos. Entretanto, uma fonte do Governo grego adiantou que há fortes possibilidades de haver um segundo atacante que também entrou na Europa através da Grécia.

© Denis Balibouse / Reuters

129 mortos e 352 feridos, 99 graves

O balanço foi avançado pelo procurador de Paris, François Molins, que acrescentou que "sete terroristas foram mortos durante a sua ação criminosa" e que um deles já foi "formalmente identificado".

As primeiras conclusões da investigação sugerem que "pelo menos três equipas" distintas de terroristas perpetraram os atentados.

Um dos veículos utilizados nos atentados tinha matrícula belga e foi alugado por um francês.

Falso alarme junto à Torre Eiffel

A polícia francesa evacuou já esta noite a área junto à Torre Eiffel e aos Campos de Marte, mas tudo não passou de um falso alarme.

Segundo atacante também terá entrado pela Grécia

Entretanto, uma fonte do Governo grego adiantou que há fortes possibilidades de haver um segundo atacante que também entrou na Europa através da Grécia.

Pai irmão de bombista sob custódia

O grupo extremista "Estado Islâmico" já reivindicou, em comunicado, os atentados em Paris.

O pai e um irmão de um dos bombistas suicidas estão sob custódia da polícia francesa.

Bélgica em alerta máximo nos grandes eventos

Entretanto, as autoridades belgas determinaram o nível de alerta máximo para todos os grandes eventos.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes de Paris, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

Um dos bombistas suicidas com um cinto de explosivos tentou entrar no Estádio de França, mas foi impedido.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país"

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