sicnot

Perfil

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Várias metralhadoras encontradas em carro abandonado nos arredores de Paris

Várias metralhadoras kalashnikov, semelhantes às usadas nos atentados de sexta-feira em Paris, foram descobertas num automóvel preto encontrado em Montreil, nos arredores da capital francesa, e que a polícia admite ter sido utilizado pelos atacantes.

© Eric Vidal / Reuters


Testemunhas tinham referido a presença de um automóvel da marca Seat, preto, que os atacantes teriam utilizado em três dos ataques contra bares e restaurantes na zona leste de Paris.

Segundo a imprensa francesa, além das armas, a polícia encontrou dentro do veículo cinco carregadores cheios e 11 vazios.

A viatura, de matrícula belga, foi encontrada estacionada numa rua de um bairro tranquilo de Montreil na madrugada de hoje e levada pela polícia para ser investigada.

Outro automóvel, um Volkswagen Polo também com matrícula belga, foi encontrado perto da sala de concertos Bataclan, onde três atacantes mataram 89 pessoas. Esta viatura tinha sido alugada por um francês residente na Bélgica, o qual não estava entre os terroristas mortos nos ataques e é por isso procurado pela polícia, segundo a imprensa.

A ligação à Bélgica levou no sábado a polícia a fazer buscas em três residências no bairro de Molenbeek, em Bruxelas, e a anunciar várias detenções.

Fontes judiciais citadas por agências internacionais disseram hoje que foram detidas sete pessoas em Bruxelas, três no sábado e quatro hoje.

As mesmas fontes indicaram que dois dos sete atacantes que cometeram os atentados eram cidadãos franceses residentes na Bélgica.

As investigações aos atentados partem da possibilidade de eles terem sido perpetrados por três equipas.

A primeira terá atacado no exterior do Stade de France, onde o primeiro bombista-suicida acionou os explosivos às 21:20 (20:20 em Lisboa), quando decorria o jogo de futebol. Os outros dois bombistas acionaram os explosivos às 21:30 e às 21:53.

A segunda equipa atacou o Bataclan, onde entrou cerca das 21:40. Um francês de 29 anos, Omar Ismail Mostefai, era um dos três terroristas mortos naquele local depois do assalto da polícia.

Uma terceira equipa terá sido responsável pelos tiroteios em três bares e restaurantes do centro de Paris, atacados às 21:25, 21:32 e 21:36. Um dos membros desta equipa fez-se explodir às 21:40 num quarto estabelecimento. A polícia investiga se integravam esta equipa os três homens detidos no sábado na Bélgica.

Os atentados de sexta-feira, reivindicados pelo Estado Islâmico, fizeram 129 mortos e 352 feridos, 99 dos quais estão em estado grave.

  • Eurogrupo dá luz verde ao Orçamento do Estado
    0:29

    Orçamento do Estado 2017

    O Orçamento português passou no Eurogrupo mas os ministros das Finanças alertam que podem ser precisas mais medidas para cumprir as metas e em março vão voltar a olhar para as contas. Para já, estão satisfeitos com o compromisso assumido por Mário Centeno e mais sete ministros da zona euro, cujos Orçamentos estão em risco de incumprimento.

  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados".Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade. A SIC esteve em Luanda e falou com o advogado Adolfo Campos e com os músicos Carbono Casimiro, Mona Dya Kidi e David Salei. Já todos estiveram presos. Já todos foram vítimas de violência policial. Defendem que "a geração anterior comprometeu o país" e acreditam que só a mudança política pode trazer um futuro melhor. Para estes jovens activistas, a guerra que arrasou o país, e com que o regime justifica tudo, não deixou heróis, apenas "vilões e vítimas".

  • O que aconteceu à menina síria que relatava a guerra no Twitter?
    1:59