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Ataques em Paris

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Alemanha-Holanda será um "símbolo de liberdade", diz Joachim Löw

O selecionador alemão de futebol, Joachim Löw, afirmou esta segunda-feira que o jogo particular de terça-feira frente à Holanda, em Hanover, será um "símbolo de liberdade" e uma declaração contra o terrorismo, dias depois dos atentados em Paris.

"Quando regressámos no sábado, tive a sensação que o não poderia nem deveria acontecer. Estávamos todos ainda em choque e até com medo. Mas, quando falámos de novo no domingo, foi claro que teria que acontecer. É uma declaração forte sobre liberdade e solidariedade", referiu o selecionador alemão. (Arquivo)

"Quando regressámos no sábado, tive a sensação que o não poderia nem deveria acontecer. Estávamos todos ainda em choque e até com medo. Mas, quando falámos de novo no domingo, foi claro que teria que acontecer. É uma declaração forte sobre liberdade e solidariedade", referiu o selecionador alemão. (Arquivo)

© Reuters Staff / Reuters

"Com este jogo, vamos enviar uma mensagem clara, um símbolo de liberdade e uma demonstração de compaixão com os nossos amigos franceses, não só em França, mas espalhados pelo mundo", afirmou Low.

Em conferência de imprensa, o treinador germânico preferiu deixar para segundo plano a importância desportiva do jogo, depois de na sexta-feira ter disputado o jogo com a França (2-0 para os gauleses), em Paris, no dia dos atentados.

"Quando regressámos no sábado, tive a sensação que o não poderia nem deveria acontecer. Estávamos todos ainda em choque e até com medo. Mas, quando falámos de novo no domingo, foi claro que teria que acontecer. É uma declaração forte sobre liberdade e solidariedade", referiu.

Devido aos acontecimentos na capital francesa, a federação germânica (DBF) ponderou cancelar o encontro, mas acabou por confirmar a sua realização, num evento em que vai estar presente a chanceler alemã, Angela Merkel, e todo o seu gabinete.

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou no sábado, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais dois portugueses.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, que morreram, ocorreram em vários locais da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha. Os jogadores das duas equipas acabaram mesmo por passar a noite no recinto.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país"

Lusa

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