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Raides franceses destruíram campo de treinos jihadista na Síria

Uma série de raides aéreos por aviões franceses destruíram domingo um campo de treinos e um depósito de armas em Raqqa, reduto do autoproclamado Estado Islâmico na Síria, revelou o Observatório Sírio dos Direitos do Homem.

ECPAD/HANDOUT

De acordo com o responsável do Observatório, Abdel Rahmane, o líder de um grupo islâmico que tinha prometido fidelidade ao Estado Islâmico foi morto domingo, num ataque suicida levado a cabo pelos rivais jihadistas da Frente Al-Nosra, aliada à Al-Qaeda.

"Houve pelo menos 36 explosões durante a noite em Raqqa, certamente causadas pelos ataques aéreos e outras por explosivos", indicou hoje à agência de notícias France Presse Rami Abdel Rahmane, diretor do Observatório, que dispõe de um vasto leque de fontes na Síria.

Segundo Abdel Rahmane, as explosões foram ouvidas em toda a cidade, sublinhando que os raides ocorreram tanto a norte, como a sul de Raqa.

Entre os alvos, o Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH) citou que foi atingido a "Brigada 17", um campo de treino e depósito de armas, embora não tenha sido capaz de fornecer uma avaliação imediata do que ficou destruído.

"Abu Ali al-Baridi, chefe da Brigada dos Mártires de al-Yarmouk, apelidado de al-Khal (tio) foi morto num ataque suicida pela Frente al-Nosra", disse ainda Rami Abdel Rahman.

Al-Baridi e dois outros comandantes de seu grupo foram mortos no ataque, que teve lugar em Jamlah na província de Deraa (sul), não muito longe da fronteira com a Jordânia.

O Ministério da Defesa francês anunciou que dez caça-bombardeiros franceses lançaram 20 bombas durante a noite de domingo na Síria, destruindo um posto de comando do autoproclamado Estado Islâmico e um campo de treinos.

O Presidente francês, François Hollande, alertou no sábado que o seu país seria "implacável" em todas as frentes, dentro e fora, após os ataques que ele descreveu como um "ato de guerra".

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou no sábado, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais dois portugueses, e mais de 400 feridos.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, que morreram, ocorreram em vários locais da cidade, entre eles uma sala de espetáculos (bataclan) e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha, com a presença do chefe de Estado francês.

Com Lusa

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