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Ataques em Paris

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Wembley vai cantar "A Marselhesa" no Inglaterra-França

As 80.000 pessoas que na terça-feira vão lotar o Estádio de Wembley, em Londres, para o particular de futebol Inglaterra-França, vão entoar "A Marselhesa", o hino gaulês, em memória das vítimas dos atentados de Paris.

© Paul Hackett / Reuters

A Federação Inglesa de Futebol (FA) revelou hoje que os placards eletrónicos do estádio vão projetar a letra do hino nacional francês, para que todos os adeptos no mítico estádio possam cantá-lo.

"Claro que desafio a todos os adeptos que cantem o hino francês. Sei que não será fácil, mas há que tentar", disse Roy Hodgson, selecionador inglês.

O técnico manifestou-se convencido de que este desafio "será uma clara demonstração de que o Mundo do futebol está unido contra estas atrocidades".

Até instantes antes do desafio, previsto para as 19:45, o célebre arco de Wembley vai exibir as cores branca, vermelha e azul da bandeira da França, enquanto na fachada e laterais do estádio estará exibida a expressão "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", o lema oficial da República Francesa.

"Estou convencido de que a seleção e todos os nossos adeptos vão mostrar a sua solidariedade com os nossos colegas Francês e os apoiarão nestes momentos tao complicados", concluiu Roy Hodgson.

O organismo anunciou ainda que a seleção inglesa, capitaneada por Wayne Rooney, homenageará as 129 vítimas mortais dos ataques terroristas de sexta-feira, reivindicados no sábado pelo grupo terrorista Estado Islâmico.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, que morreram, ocorreram em vários locais da cidade.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país".

Lusa

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