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Ataques em Paris

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Prima do alegado "cérebro" dos ataques não se fez explodir

A prima do alegado "cérebro" dos ataques de Paris, que morreu no cerco policial de quarta-feira num subúrbio parisiense, não se fez explodir, ao contrário do que foi divulgado inicialmente, indicou hoje uma fonte da polícia.

(arquivo)

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© Benoit Tessier / Reuters

Os investigadores afirmaram inicialmente que no dia do assalto policial ao bairro de Saint-Denis, a norte de Paris, uma das pessoas que estavam cercadas dentro de um apartamentorug tinha detonado um colete de explosivos, confirmando na altura de que se tratava de uma mulher suicida.

Uma fonte policial, citada pela agência francesa AFP, afirmou hoje que o suicida era de facto um homem, e não uma mulher.

Hasna Aitboulahcen foi identificada como prima do alegado "cérebro" dos atentados da passada sexta-feira em Paris, Abdelhamid Abaaoud, que acabou por morrer durante a operação das forças especiais francesas em Saint-Denis.

Os atentados, reivindicados pelo grupo extremista, Estado Islâmico, provocaram 130 mortos e cerca de 350 feridos.

A operação das forças especiais francesas lançada na madrugada de quarta-feira em Saint Denis, que se prolongou por sete horas, visava capturar Abaaoud, depois de elementos do inquérito, obtidos através de escutas, vigilância e testemunhos, que "faziam crer" que Abdelhamid Abaooud estava no apartamento visado pelas forças especiais.

A procuradoria de Paris anunciou hoje ter sido encontrado um terceiro corpo nos destroços do apartamento.

Lusa

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