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Ataques em Paris

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Um dos acusados dos ataques de Paris diz que Abdeslam estava disposto a imolar-se

Hamza Attou, de 21 anos, um dos alegados jihadistas detidos na Bélgica com relações aos ataques em Paris, disse hoje que Salah Abdeslam, com mandado de captura internacional, estava disposto a imolar-se, avança a televisão francófona RTBF.

"Apelo a testemunhas", lê-se na nota, que identifica "Abdeslam Salah, nascido a 15 de setembro de 1989, em Bruxelas, e alvo de um mandado de busca".

"Apelo a testemunhas", lê-se na nota, que identifica "Abdeslam Salah, nascido a 15 de setembro de 1989, em Bruxelas, e alvo de um mandado de busca".

Hamza Attou, que juntamente com Mohamed Amri, de 27 anos, conduziu Salah Abdeslam até Bruxelas depois dos ataques, não tinha ainda falado sobre a viagem que os três realizaram e negOU estar ao corrente da implicação de Abdeslam nos atentados de Paris de 13 de novembro, que causaram 130 mortos e mais de 300 feridos.

No entanto, a sua advogada, Carine Couquelet, confirmou hoje que o seu cliente fez novas declarações e que explicou em particular que, durante a viagem até Bruxelas, Salah Abdeslam mostrou-se "ameaçador" e disposto a imolar-se.

Hamza Attou admitiu que Salah Abdeslam possa ter levado um cinto com explosivos, embora diga que não o viu, e que a chegar a Bruxelas, a capital belga, no sábado à tarde deixou-o no distrito de Laeken, que se encontra perto do estádio de futebol Rey Balduino (antigo Heysel).

Hamza Attou e Mohamed Amri foram detidos na passada segunda-feira e estão detidos na prisão de alta segurança de Bruges, na Bélgica.

Lusa

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