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Ataques em Paris

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Bruxelas continua a parecer "cidade fantasma" devido a alerta máximo

Bruxelas permanece hoje, pelo segundo dia consecutivo, em estado de alerta máximo devido a uma ameaça terroristas "iminente", com as autoridades policiais em busca de vários suspeitos numa cidade de portas fechadas e ruas vazias.

© Youssef Boudlal / Reuters

O Órgão de Coordenação e de Análise de Ameaça (OCAM), que na sexta-feira à noite determinou que o risco justificava subir o nível de ameaça terrorista para "4", o máximo, voltará a avaliar a situação hoje à tarde (16:00 de Lisboa), e, pelo menos até lá, a capital da Bélgica e da União Europeia continua a parecer uma "cidade fantasma".

Todas as linhas de metro permanecem encerradas, os museus e monumentos estão de portas fechadas, os tradicionais mercados de rua de domingo foram cancelados, o comércio é quase inexistente, cinemas e teatros também puseram cadeados à porta e as competições desportivas, profissionais e amadoras, na zona de Bruxelas foram anuladas, tendo até os ginásios sido fechados.

Com a polícia em busca de diversos suspeitos, ligados aos ataques de 13 de novembro de Paris e/ou que as autoridades belgas receiam que tenham planificado atentados do mesmo género em Bruxelas - de acordo com o canal France Info, são uma dezena os presumíveis terroristas procurados na capital belga -, é uma incógnita neste momento até quando o alerta de ameaça continuará no nível mais elevado.

Após um fim-de-semana durante o qual a cidade de Bruxelas esteve basicamente paralisada, a grande dúvida é se a vida retomará o seu curso normal na segunda-feira, tendo a ministra da Educação belga, Joëlle Milquet, indicado que, neste momento, as probabilidades são "50/50", tudo dependendo da análise à situação que for feita à tarde pela OCAM.

No sábado, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, explicou que a decisão de subir o nível de ameaça terrorista em Bruxelas para "4" está ligada a uma uma ameaça de um ataque de indivíduos com explosivos e armas em vários locais da capital.

O OCAM apontou que entre alvos potenciais estariam centros comerciais e transportes públicos, o que levou ao encerramento das linhas de metro e da esmagadora maioria do comércio.

Esta é apenas a segunda vez que o nível de alerta terrorista atinge o grau "4" no território belga, depois de o grau máximo de alarme ter sido acionado no final de 2007, na sequência da detenção e 14 pessoas que planificavam permitir a evasão do islamita tunisono Nizar Trabelsi, condenado em 2004 a dez anos de prisão por planear um atentado contra a base militar de Kleine-Brogel.

Na ocasião, a secção de terrorismo da polícia federal e a procuradoria federial receavam que atos de caráter terrorista pudessem ter lugar, e o nível de ameaça "4" esteve em vigor entre 21 de dezembro de 2007 e 03 de janeiro de 2008, tendo sido cancelado o tradicional fogo de artifício de Ano Novo no centro da capital.

Lusa

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