sicnot

Perfil

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Setor ferroviário estuda medidas adicionais de segurança por causa do terrorismo

O setor ferroviário está a testar medidas de segurança adicionais nos comboios, face às ameaças terroristas globais, mas não há soluções globais, disse hoje o diretor-geral da União Internacional dos Caminhos de Ferro (UIC).

Jean-Pierre Loubinoux, que falava em Paris numa conferência de imprensa, antes da assinatura do compromisso de responsabilidade climática que envolve 70 empresas do setor, admitiu que os atos terroristas constituem uma preocupação para a UIC, mas manifestou dúvidas quanto às soluções mais eficazes.

"Por exemplo, os russos, depois de rebentar uma bomba na gare de Moscovo puseram pórticos para reforçar o controlo, mas sabemos que o caminho-de-ferro tem centenas de milhares de quilómetros. É um modo de transporte aberto, não podemos controlar uma ponte, passagens de nível, estações, é impossível", assinalou.

Adiantou ainda que o controlo de acessos nos transportes urbanos é feito de maneira muito diferente nas várias cidades. Em Paris, por exemplo, o acesso é controlado, mas em Berlim, não há qualquer controlo.

"Qual é mais seguro, não sei", frisou, salientando igualmente que é preciso distinguir entre a perceção de segurança e a segurança: "podemos melhorar a perceção de segurança para que as pessoas tenham menos medo, mas não tenho a certeza de que se melhore completamente a segurança".

O presidente da CP, uma das entidades que assina hoje este protocolo, deu como exemplo destas preocupações a vigilância visível e não visível das ações policiais que tiveram lugar no comboio Sud Express que partiu de Lisboa no dia 27 de novembro em direção a Paris, integrado na iniciativa Train to Paris.

Manuel Queiró salientou, por outro lado, que a CP tem registado uma melhoria dos seus indicadores de segurança nos últimos tempos, congratulando-se com os resultados.

Lusa

  • Como não perder Barack e Michelle Obama nas redes sociais

    Mundo

    Sair da Casa Branca implica mais que reunir objetos físicos: é preciso guardar também os tweets, os posts e todo o conteúdo digital produzido nos últimos oito anos pelo Presidente dos EUA e pela primeira-dama. A equipa de Barack Obama já preparou tudo para que nada se perca do seu legado digital.

  • Portugueses querem contratar Obama

    Mundo

    Contratar Barack Obama. Pode parecer uma tarefa impossível, mas para a startup portuguesa Swonkie a única resposta a este desafio é "Yes We Can", mote da campanha presidencial de Obama de há nove anos.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.