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Ataques em Paris

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França e Bélgica querem partilha de informação após ataques de Paris

A França e a Bélgica querem melhorar a troca de informação entre os nove países europeus com maiores preocupações quanto a ameaças terroristas, numa reação aos ataques de Paris, disse na segunda-feira uma fonte governamental francesa.

© Benoit Tessier / Reuters

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, e o seu homólogo belga, Charles Michel, concordaram em "lançar uma iniciativa", quando se encontraram na Cimeira da Clima, em Paris, na segunda-feira, indicou à AFP uma fonte da equipa do primeiro-ministro francês.

Esta iniciativa incluiria a harmonização e sistematização da forma como é partilhada entre os 26 países da zona Schengen a informação sobre indivíduos considerados perigosos ou radicalizados.

A França e a Bélgica querem ver "o prolongamento e expansão da troca multilateral de informação" entre os países, indicou a mesma fonte.

A agência de notícias belga noticiou que a França e a Bélgica podem marcar um encontro nas próximas semanas, apesar de a fonte ter dito que não há ainda uma data.

Os receios com a segurança europeia aumentaram depois dos ataques em Paris, que mataram 130 pessoas no mês passado.

Os ataques, reivindicados pelo Estado Islâmico, levantaram também questões relacionadas com a monitorização das pessoas que chegam da Síria durante a pior crise migratória da Europa desde a II Guerra Mundial.

A Comissão Europeia sugeriu a criação de uma agência de inteligência pan-europeia, semelhante ao FBI nos Estados Unidos.

O grupo dos nove Estado membros - França, Bélgica, Itália, Reino Unido, Alemanha, Holanda, Espanha, Irlanda e Suécia - encontrou-se em junho de 2014 após um ataque num museu judeu em Bruxelas.

Lusa

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