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Suspeito dos ataques em Paris em fuga esteve escondido três semanas em Bruxelas

O suspeito dos atentados de novembro em Paris que continua em fuga, Salah Abdeslam, esteve escondido três semanas num apartamento no bairro de Schaerbeek, em Bruxelas, noticiou esta sexta-feira o diário belga La Dernière Heure.

AP

Segundo o jornal, Abdeslam, que fugiu de automóvel de França para a Bélgica na noite dos atentados, escondeu-se no bairro de Schaerbeek no dia a seguir aos ataques, sábado 14 de novembro, e manteve-se no local até a polícia belga lançar uma vasta operação de buscas no bairro, a 4 de dezembro.

Em 16 de novembro, as forças especiais belgas lançaram buscas em outro bairro de Bruxelas, Molenbeek, e tomaram de assalto o número 47 da rua Delaunoy, onde pensavam que o suspeito estaria escondido.

Nessa altura, segundo o jornal, o fugitivo estava já no número 86 da rua Henri Bergé, em Schaerbeek. "De acordo com as nossas informações (...) esteve ali escondido 20 dias", escreve o diário.

A 4 de dezembro, prossegue, o suspeito "abandonou o esconderijo precipitadamente" quando as forças especiais lançaram uma operação nas ruas de Schaerbeek.

Seis dias mais tarde, a 10 de dezembro, a polícia entrou no apartamento do número 86 da rua Henri Bergé, onde encontrou uma impressão digital de Abdeslam, vestígios de explosivos e três cintos de explosivos "confecionados à mão".

A Procuradoria Federal da Bélgica confirmou que uma impressão digital de Abdeslam foi encontrada num apartamento naquele bairro, mas os investigadores não consideraram ser indício suficiente de que o suspeito ali tenha estado durante as três semanas em causa.

"Só podemos confirmar a descoberta de uma impressão digital no esconderijo de Schaerbeek depois de uma busca a 10 de dezembro. Não podemos fazer mais comentários", disse um porta-voz da Procuradoria à agência France Presse.

Salah Abdeslam, que as autoridades suspeitam ter tido um papel decisivo na logística dos atentados, é atualmente um dos homens mais procurados na Europa.

Os atentados de Paris, reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico, fizeram 130 mortos e mais de 300 feridos

Lusa

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