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Islamita detido na região de Paris suspeito de preparar "ações violentas"

Um dos quatro islamitas detidos esta manhã na região de Paris é suspeito de preparar "ações violentas em França", referiu o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, relativizando as informações sobre um projeto de "ataque iminente".

© Francois Lenoir / Reuters

Por sua vez, e interrogado após as detenções, o Presidente François Hollande apelou "à maior vigilância possível".

"O nível de ameaça permanece muito elevado", sublinhou, ao evocar designadamente a operação antiterrorista relacionada com os atentados de Paris e desencadeada na terça-feira em Bruxelas.

Três homens e uma mulher foram detidos pela Direção-geral de Segurança Interna (DGSI, serviços secretos franceses) ao início da manhã num bairro popular do XVIII bairro de Paris, e em Seine-Saint-Denis, informou na sua página digital a cadeia televisiva TF1.

Entre os suspeitos encontram-se Aytac e Ercan B., dois irmãos franceses de origem turca. No entanto, a DGSI centrou as suas investigações em Youssef E., um islamita já conhecido dos serviços secretos gauleses.

Este francês de 28 anos já foi condenado a cinco anos de prisão em março de 2014. A polícia já o tinha detido dois anos antes no aeroporto Saint-Etienne na companhia de dois cúmplices e quando se preparavam para partir em direção à Síria e juntarem-se aos grupos 'jihadistas'.

Youssef E. foi libertado da prisão de Fresnes, no Val-de-Marne, em outubro de 2015. Estava sob prisão domiciliária desde 29 de fevereiro no âmbito do estado de urgência decretado pelo Governo. A sua companheira também foi detida esta manhã.

A DGSI considerou que estes suspeitos se tornaram numa séria ameaça. O inquérito permitiu estabelecer que pelo menos um dos membros deste grupo tinha por objetivo cometer um atentado em Paris.

Após uma busca aos apartamentos, os investigadores referiram ter confiscado munições de metralhadora Kalashnikov, uma pistola de alarme, material informático e um cofre. A prisão preventiva pode prolongar-se no total por 96 horas.

Lusa

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