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Ataques em Paris

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ADN do último suspeito identificado dos ataques de Paris detetado em explosivos

O ADN de Najim Laacharaoui, último presumível cúmplice identificado na investigação sobre os atentados de Paris, foi encontrado no material explosivo utilizado nos ataques que provocaram 130 mortos em 13 de novembro, indicou hoje fonte próxima do inquérito.

LAURENT DUBRULE

O homem, com 24 anos e que partiu para a Síria em fevereiro de 2013, é procurado deste 4 de dezembro, indicou o procurador federal belga.

O suspeito tinha sido controlado no início de setembro sob a falsa identidade de Soufiane Kayal na fronteira austro-húngara na companhia de Salah Abdeslam, considerado um elemento chave dos atentados e preso na sexta-feira em Bruxelas, e de Mohamed Belkaid, um argelino de 35 anos abatido pela polícia na terça-feira em Forest, na zona sudoeste de Bruxelas.

Com este nome, tinha alugado uma casa em Auvelais, perto de Namur, na Bélgica, utilizada para preparar os atentados jihadistas em Paris.

Os investigadores também suspeitam que, juntamente com Mohamed Belkaid, tenha estado em contacto telefónico com os kamikaze na noite de 13 de novembro.

Na perspetiva das autoridades envolvidas no inquérito, existe uma forte possibilidade que tenha sido o destinatário do sms "Partimos, vamos começar", enviado no final da tarde de 13 de novembro por um dos kamikaze da sala de espetáculos do Bataclan para um telefone móvel localizado na Bélgica.

Um outro número belga contactou nesse dia Abdelhamid Abaaoud, presumível organizador dos ataques, e a partir do mesmo local em Bruxelas. Abaaoud foi morto em 18 de novembro pela polícia francesa no decurso de uma operação num prédio em Saint-Denis, um subúrbio parisiense.

Estas atentados, os mais graves ocorridos em França, provocaram 130 mortos e várias centenas de feridos, com 39 pessoas a serem mortas em cafés e restaurantes e 90 no Bataclan.

Lusa

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