sicnot

Perfil

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Ataques em Paris

Bataclan reabre em novembro, um ano após os ataques de Paris

A direção da sala de concertos parisiense Bataclan, onde em novembro três bombistas-suicidas mataram 90 pessoas, anunciou hoje que vai reabrir um ano depois dos ataques com quatro concertos, o primeiro dos quais do músico britânico Pete Doherty.

© Benoit Tessier / Reuters

Os trabalhos de renovação da sala começaram e, embora "a data exata da reabertura ainda não esteja marcada", a direção do Bataclan já agendou quatro concertos: o britânico Pete Doherty a 16 de novembro, o senegalês Youssou N'Dour e a sua banda Le Super Étoile de Dakar a 18 de novembro, a banda norte-americana Nada Surf a 2 de dezembro e o grupo de rap francês MZ a 3 de dezembro.

"Outros concertos e espetáculos serão anunciados nos próximos dias", acrescenta a direção num comunicado.

A sala de espetáculos, no centro de Paris, foi um dos alvos dos atentados de 13 de novembro de 2015, durante um concerto da banda norte-americana Eagles of Death Metal. A sala mantém-se fechada desde então.

A direção do Bataclan explica no texto que as obras em curso são para recuperar as infraestruturas e equipamentos da sala, "sem modificar o arranjo" do espaço, para "preservar o calor e convivialidade" e "manter o espírito popular e festivo que sempre teve".

Além do Bataclan, os ataques visaram o Stade de France e esplanadas do centro da capital de França, onde outras 40 pessoas foram mortas.

Lusa

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras