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Atentado em Istambul

Ataques em Istambul "parecem ter a marca dos jihadistas do Estado Islâmico"

Ataques em Istambul "parecem ter a marca dos jihadistas do Estado Islâmico"

Duas explosões no aeroporto de Atatürk, na Turquia, provocaram pelo menos 32 mortos e 106 feridos. As autoridades já confirmaram três bombistas. O ataque ainda não foi reinvindicado. Ao telefone, Pedro Caldeira Rodrigues, jornalista da Lusa, diz que os ataques "parecem ter a marca dos jihadistas do Estado Islâmico" e descreve o cenário que se vive no país.

  • É um ataque devastador para a Turquia
    6:18

    Atentado em Istambul

    Nuno Rogeiro explica que o ataque desta noite no aeroporto da Turquia é um ato desastroso numa altura em que o "país procurava ressuscitar" a indústria do turismo e que trará consequências negativas para o novo Governo recentemente promovido por Erdogan. O comentador da SIC explica ainda que um ataque num dos maiores aeroportos da Europa demonstra a existência de falhas de segurança. Apesar de até ao momento o ataque no aeroporto de Istambul ainda não ter sido reivindicado, Nuno Rogeiro defende a possibilidade de se tratar do Daesh, tendo em conta que a perda de território e a morte recente de um dos seus líderes poderá ter levado o grupo extremista a vingar-se do país.

  • Ataque na Turquia vai causar impacto na campanha eleitoral nos EUA
    3:55

    Opinião

    O ataque desta noite no aeroporto de Istambul vai causar impacto na campanha eleitoral à Casa Branca devido ao constante apelo ao medo por parte de Donald Trump, de acordo com Luís Costa Ribas. O correspondente da SIC acredita que a única linha de discurso possível de Obama sobre o ataque será intensificar o combate ao terrorismo e um reforço na cooperação com a Turquia para derrotar o Daesh.

  • Explosões provocaram pelo menos 28 mortos e 60 feridos em Istambul
    7:42

    Mundo

    Um tiroteiro e duas explosões fizeram, segundo o ministro da Justiça da Turquia, pelo menos 28 mortos. As explosões foram ataques suicidas: os suspeitos detonaram os explosivos antes de passarem pelo sistema de segurança de raio-X no check-in. Cerca de 60 pessoas ficaram feridas, seis delas com gravidade. Ao telefone, o general Rodolfo Begonha explica como é difícil evitar este tipo de ataques.

  • "É importante não nos precipitarmos sobre as causas" do atentado na Turquia
    3:35

    Opinião

    Não havendo uma reivindicação do atentado desta noite no aeroporto de Istambul, o especialista em questões de terrorismo, Felipe Pathê Duarte, defende que é necessário não haver precipitação quanto às suas causas. O especialista lembra que a Turquia tem sido alvo de vários ataques com um "modos operandi" semelhante ao do Daesh mas que também têm sido reivindicados por movimentos pró-curdos bem como outros movimentos de extrema esquerda.

  • "A nossa lei tem demasiados buracos"
    0:44

    País

    Rui Cardoso acusa a classe política de não querer resolver os problemas da corrupção em Portugal. Entrevistado na Edição da Noite da SIC Notícias o magistrado do Ministério Público considera que ainda há um longo caminho a percorrer no combate à corrupção.

  • Salah Abdeslam deixa cadeira vazia na leitura da sua sentença
    2:05

    Mundo

    O único suspeito vivo dos ataques de Paris em 2015 foi esta segunda-feira condenado a 20 anos de prisão por um tribunal belga, num processo paralelo: um tiroteio em março de 2016, em Bruxelas. Tanto Salah Abdeslam como o cúmplice não quiseram estar na leitura da sentença. O julgamento de Salah Abdeslam pelos ataques de Paris só deverá acontecer no próximo ano, em França.

  • Beyoncé e a irmã caem e o vídeo torna-se viral

    Cultura

    Beyoncé voltou este fim de semana a subir ao palco do Coachella, depois de ter atuado na primeira semana do festival que decorreu no deserto da Califórnia, nos EUA. A cantora norte-americana voltou a brilhar, mas foi o momento em que caiu no palco com a irmã, Solange, que acabou por se tornar viral.

    SIC

  • Cientistas querem sequenciar genomas de 15 milhões de espécies

    Mundo

    Um consórcio internacional de cientistas, que por enquanto não inclui portugueses, propõe-se sequenciar, catalogar e analisar os genomas (conjuntos de informação genética) de 15 milhões de espécies, uma tarefa que levará dez anos a fazer, foi divulgado esta segunda-feira.