sicnot

Perfil

Atentado em Nice

Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Egito condenam ataque

A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Egito condenaram hoje o atentado em Nice, sul do país, que causou pelo menos 84 mortos, assegurando à França o seu apoio na luta contra o terrorismo.

© Eric Gaillard / Reuters

A Arábia Saudita, atingida há cerca de dez dias por ataques mortais, garantiu à "França amiga" a sua "solidariedade e cooperação para combater o terrorismo em todas as suas formas", disse A Ryad, porta-voz do reino, citado pela agência noticiosa Spa.

Em Abou Dhabi, Emirados Árabes Unidos, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abdallah ben Zayed Al-Nahyane, classificou o atentado como "um crime desprezível" e expressou "total solidariedade e apoio" do seu país a França.

"Depois deste crime terrorista hediondo, todos os países devem trabalhar com firmeza e sem hesitação na luta contra o terrorismo", disse o mesmo responsável, num comunicado divulgado pela agência Wam.

A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos integram juntamente com a França a coligação internacional, liderada pelos EUA, que luta contra os jihadistas do grupo Daesh na Síria e no Iraque.

O ataque não foi reivindicado, mas o Presidente francês, François Hollande, disse que "toda a França" está "sob a ameaça do terrorismo islâmico".

O Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, cujo país enfrenta ataques jihadistas, reafirmou "a total solidariedade do Egito com a França amiga" e o apoio do seu país "aos esforços internacionais na luta contra o terrorismo".

"O terrorismo não conhece fronteiras e destrói vidas inocentes em todo o mundo", disse o Presidente egípcio, através de um comunicado.

Um homem lançou quinta-feira à noite um camião contra uma multidão na avenida marginal de Nice, a Promenade des Anglais, que assistia a um fogo-de-artifício para celebrar o dia nacional de França (Tomada da Bastilha), provocado pelo menos 84 mortos e mais de 100 feridos, 18 dos quais em estado considerado crítico.

As autoridades francesas consideram estar perante um atentado terrorista e o Presidente da França, François Hollande, anunciou o prolongamento por mais três meses do estado de emergência que vigora no país desde o ano passado.

A autoria do ataque ainda não foi reivindicada.


Lusa

  • Não houve negligência médica no caso do jovem que morreu em São José
    2:33

    País

    Afinal, não houve negligência médica no caso do jovem que morreu há cerca de um ano no Hospital de São José, vítima de um aneurisma. Esta é a conclusão da Ordem dos Médicos e dos peritos do Instituto de Medicina Legal. Segundo o jornal Expresso, todos os relatórios relatórios pedidos pelo Ministério Público e pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central dizem que o corpo clínico do hospital não teve responsabilidades na morte de David Duarte.

  • Jovens estariam de fones e poderão não ter ouvido comboio a aproximar-se
    1:47

    País

    As adolescentes, de 13 e 14 anos, encontradas mortas junto à linha do norte perto de Coimbra podem não ter ouvido a aproximação do comboio, uma vez que estariam de auriculares. Os corpos só foram descobertos 36 horas depois do desaparecimento das jovens, aparentemente vítimas de um descuido fatal.

  • Patti Smith engana-se na música de Bob Dylan durante cerimónia dos Nobel
    1:49

    Mundo

    Os prémios Nobel deste ano já foram entregues. Bob Dylan não compareceu à entrega do galardão da Literatura e fez-se representar pela amiga Patti Smith, que teve um bloqueio enquanto cantava "A Hard Rain's A-Gonna Fall" do músico. O Presidente da Colômbia Juan Manuel dos Santos foi distinguido com o Nobel da paz pelo acordo que alcançou com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

  • CIA acredita que Trump foi ajudado por piratas informáticos russos
    1:24

    Eleições EUA 2016

    As eleições nos Estados Unidos da América já terminaram e o Presidente está eleito. Contudo, Barack Obama quer saber se os russos tentaram mesmo influenciar o voto e ao mesmo tempo perceber o que os serviços secretos aprenderam com todas as fugas de informação durante a campanha. Já a CIA diz não ter dúvidas: para os serviços secretos norte-americanos, Donald Trump foi ajudado por piratas informáticos.