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Atentado em Nice

Desempregado francês é preso por tentar vender objetos do local do atentado

Um desempregado francês ficará preso por 10 meses depois de tentar vender na Internet objetos encontrados no local do atentado ocorrido a 14 de julho em Nice, França.

A polícia especializada em crimes na Internet deteve o homem depois de ver as suas ofertas 'online' ("Itens do massacre do 14 de julho - preço a discutir"), quatro dias depois de 84 pessoas morrerem atropeladas por um camião no Passeio dos Ingleses.

O anúncio incluiu fotos de um anel, um par de óculos e uma bandeira, bem como uma nota oferecendo o envio de fotos de cerca de 20 outros itens.

O homem foi também considerado culpado de fraude e de tentar vender itens que não lhe pertenciam.

O francês foi ainda processado por posse de narcóticos, depois de a polícia encontrar duas plantas de 'cannabis' em sua casa.

Em sua defesa, o homem, que não teve condenações anteriores, alegou que os itens anunciados, na verdade, pertenciam à sua família e que o anel foi um presente de sua mãe para a irmã.

No passado dia 14, um camião avançou durante dois quilómetros sobre uma multidão na Promenade des Anglais (Passeio dos Ingleses), em Nice, que estava a assistir ao fogo-de-artifício para celebrar o dia de França.

O último balanço das autoridades francesas aponta para 84 mortos e 202 feridos. Pelo menos um cidadão português ficou ferido no ataque, confirmou o Governo.

O condutor do camião foi abatido pela polícia.

As autoridades francesas consideraram estar-se perante um atentado e o Presidente da França, François Hollande, anunciou o prolongamento por mais seis meses do estado de emergência que vigora no país desde o ano passado.

O grupo extremista Estado Islâmico reclamou a autoria do atentado.

Lusa

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