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Avião desaparecido no Mediterrâneo

Avião desaparecido no Mediterrâneo

Avião desaparecido no Mediterrâneo

Avião da EgyptAir despenhou-se no Mediterrâneo

Um avião da EgyptAir desapareceu hoje no Mar Mediterrâneo. Seguia de Paris para o Cairo. O Presidente francês confirma que o aparelho se despenhou, as causas são ainda desconhecidas. Os serviços de segurança franceses não afastam a hipótese de se ter tratado de um ataque terrorista. Há registo de um passageiro de nacionalidade portuguesa a bordo do aparelho onde viajavam 66 pessoas (56 passageiros e 10 membros da tripulação).

© Christian Hartmann / Reuters

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Aeroporto do Cairo, esta manhã.

Aeroporto do Cairo, esta manhã.

© Amr Dalsh / Reuters

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© Mohamed Abd El Ghany / Reuter

Aeroporto Charles de Gaulle, esta manhã.

Aeroporto Charles de Gaulle, esta manhã.

© Christian Hartmann / Reuters

Última atualização às 14:30

As Forças Armadas gregas anunciaram ter encontrado destroços no mar ao largo da ilha de Creta.

"Foram encontrados a sudeste de Creta, dentro da zona de informação aérea do Cairo", afirmou um porta-voz do Estado-Maior, Vassilis Beletsiotis à agência France Presse.

Governo egípcio diz que é mais provável ter sido um atentado que uma falha técnica.

O ministro da Defesa grego revelou que o MS804 fez duas mudanças de direção bruscas e perdeu altitude subitamente, antes de desaparecer do radar.

"O avião fez uma volta de 90 graus para a esquerda e uma volta de 360 graus para a direita, caindo dos 37.000 pés para os 15.000 e o sinal perdeu-se por volta dos 10.000 pés", disse Panos Kammenos numa conferência de imprensa. Essas manobras foram registadas às 00:37 TMG (01:37 em Lisboa), precisou o ministro.

De acordo com a autoridade de aviação civil da Grécia (YPA), o piloto da aeronove não sinalizou qualquer problema na sua última conversa com os controladores de tráfego aéreo gregos. "O piloto estava de bom humor e agradeceu em grego" adianta um comunicado da YPA.

A secretaria de Estado das Comunidades informou hoje que o português que seguia a bordo do avião tinha 62 anos e trabalhava em Joanesburgo, na África do Sul.

O Presidente francês, François Hollande, "confirma" que o avião "caiu", avança a France Press.

O avião da EgyptAir hoje desaparecido despenhou-se ao largo da ilha grega de Karpathos, no Mediterrâneo, no espaço aéreo egípcio, disse à agência France Presse uma fonte aeroportuária grega.

O voo MS804 da EgyptAir que fazia a ligação entre Paris e o Cairo transportava 66 passageiros a bordo, incluindo duas crianças e um bebé, para além de sete tripulantes e três seguranças da empresa e um cidadão português.

Nesta altura está a ser investigado o testemunho de tripulantes de um navio que dizem ter visto uma "chama no céu" perto da ilha de Cárpatos. Karpathos.

O voo MS804 da EgyptAir enviou um sinal antes de desaparecer dos radares, tendo o sinal sido detetado pelo exército, revelou a transportadora. O avião estaria a sobrevoar o mar Mediterrâneo quando deu o último sinal.

A mensagem foi recebida pelas 4:26 (3:26 em Lisboa), dez minutos antes de o avião desaparecer, indicou a EgyptAir.

Entre as 66 pessoas a bordo há ainda 15 franceses, 30 egípcios, um inglês, um belga, dois iraquianos, um saudita, um sudanês, um canadiano, um argelino, duas pessoas do Kuwait e uma do Chade. A informação é avançada pela companhia aérea que refere também que o Egito e a Grécia já iniciaram as operações de resgate no Mediterrâneo.

A empresa indica ainda que o piloto tinha 6.275 horas de voo, incluindo 2.101 aos comandos de Airbus 320.

Informações divulgadas inicialmente, citadas pelas agências de notícias internacionais, indicavam que o avião desaparecido era um Boeing 737-800.

O avião desaparecido foi fabricado em 2003, segundo a companhia aérea.

"O dia nasceu há cerca de uma hora, por isso devemos conseguir obter alguma informação na próxima hora", disse à CNN o vice-presidente da EgyptAir, Ahmed Abdel, pelas 03:00, hora de Lisboa.

O voo partiu do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, às 23:09 de quarta-feira, hora local, e devia chegar ao aeroporto internacional do Cairo na madrugada de hoje.

Com Lusa

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