sicnot

Perfil

Avião desaparecido no Mediterrâneo

Avião desaparecido no Mediterrâneo

Avião desaparecido no Mediterrâneo

EgyptAir adverte familiares que identificação dos corpos "vai ser prolongada"

A EgyptAir advertiu hoje os familiares das vítimas da queda do seu avião no mar Mediterrâneo que a recuperação dos corpos e sua identificação vai prolongar-se por algum tempo.

Thomas Ranner

Os familiares das vítimas egípcias e francesas reuniram-se hoje com responsáveis da linha aérea egípcia, incluindo o seu presidente Safwat Moslem, e com um especialista estrangeiro em acidentes aéreos e na ajuda aos familiares.

O perito, que não foi identificado no comunicado da companhia, indicou que o processo de recuperação dos restos mortais vai implicar "um tempo prolongado".

Sobre a identificação através de testes de ADN e a recolhas de amostras aos familiares, o perito afirmou que este processo também se prolongará "por algumas semanas".

A EgyptAir manifestou o seu compromisso em apoiar as famílias das vítimas "com todos os meios ao seu alcance".

No avião, que efetuava a rota Paris-Cairo, viajavam 56 passageiros, entre eles 36 egípcios e 15 franceses, sete membros da tripulação e três membros dos serviços de segurança. Um cidadão português também seguia a bordo do aparelho.

As causas do sinistro permanecem desconhecidas, apesar de ter sido confirmado hoje que a tripulação enviou alertas sobre a presença de fumo no interior, pouco antes de o avisão se despenhar.

Os primeiros restos humanos e fragmentos do avião foram detetados a 290 quilómetros da costa egípcia, a norte da cidade de Alexandria.

Lusa

  • Atrás das Câmaras em Mirandela
    2:36

    Atrás das Câmaras

    A SIC está a percorrer o pais para ouvir as historias dos municípios e dos eleitores. Até às autárquicas, o programa opinião pública dá lugar ao Atrás das Câmaras, que hoje está em Mirandela, no distrito de Bragança, como conta a repórter Catarina Lázaro.

    Hoje na SIC e SIC Notícias

  • Ambiente e direitos humanos dominam discurso de Costa na ONU
    2:03
  • "Não é possível fazer tudo ao mesmo tempo"
    0:39

    Orçamento do Estado 2018

    O deputado e economista do PS Paulo Trigo Pereira defende que o desagravamento fiscal que o Governo quer pôr em marcha é "moderado". Em entrevista ao Público e à Renascença, o socialista diz que é preciso realismo e que é uma "alquimia" mexer ao mesmo tempo nas carreiras, pensões e rendimentos dos trabalhadores.

  • Como fazer negócios no mercado dos leilões
    7:15