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Avião desaparecido no Mediterrâneo

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Avião desaparecido no Mediterrâneo

Investigadores dizem que "é muito cedo" para tirar conclusões sobre queda do avião

A comissão responsável pela investigação do acidente do avião da Egyptair disse hoje que ainda é "muito cedo" para tirar conclusões baseadas em mensagens automáticas que indicavam a existência de fumo na cabine.

© Yannis Behrakis / Reuters

"Estamos a investigar todas informações recolhidas, mas é muito cedo para tirar qualquer conclusão quando apenas há uma fonte de informação baseadas em mensagens do sistema ACARS", refere a comissão, em comunicado.

Os sinais emitidos pelo sistema sobre a presença de fumo podem ser devido a "outras causas", adianta a comissão, insistindo que é necessário mais tempo para analisar esses dados no contexto da investigação global.

A comissão refere também que as investigações começaram imediatamente depois do avião cair no Mar Mediterrâneo na quinta-feira.

O comunicado da comissão responsável pela investigação surge após os investigadores da aviação civil francesa, do Bureau d'Enquêtes et d'Analyses (BEA), terem confirmado que houve mensagens Acars (Aircraft Communication Addressing and Reporting System) emitidas pelo avião que indicavam que houve fumo na cabine, pouco antes de se despenhar.

O aparelho, um airbus 320, descolou de Paris rumo ao Cairo na noite de quarta-feira, e desapareceu ao início da madrugada de quinta-feira ao entrar no espaço aéreo egípcio.

A bordo seguiam 66 passageiros, incluindo 30 egípcios, 15 franceses e um português.

Os primeiros destroços do aparelho foram descobertos a 290 quilómetros a norte de Alexandria por aviões e navios destacados para as buscas pelo Exército egípcio.

No dia do acidente, o ministro egípcio da aviação civil admitiu que um "ataque terrorista" pode ser a explicação "mais provável" para a queda do avião da EgyptAir.

Lusa

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